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Reportagem O JOGO: A esperança desceu à Ribeira

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/07/2017 Hugo Monteiro

Soares e Alex Telles foram os reis de uma festa com ambiente de quem acredita que 2017/18 é o ano da reconquista do título. O apoio dos adeptos não esmoreceu.

Bandeirinhas à janela, fumos azuis, telemóveis ligados e um "Portoooooo" intenso a ecoar nas margens do rio Douro. A esperança dos portistas saiu à rua e desceu à Ribeira, eventualmente a zona onde a força popular do principal clube da cidade mais se sente. Os adeptos - e muitos jogavam em casa - juntaram-se à organização e encheram as janelas que faltavam para que a Praça do Cubo se transformasse num miniestádio do Dragão, com mais charme, mas menos gente, naturalmente. Seriam cerca de três milhares as pessoas que se juntaram para ver o Dragão apresentar a pele para 2017/18. A maioria adeptos de largos anos, mas também curiosos, muitos estrangeiros e até uma despedida de solteira de uma noiva francesa e uma equipa de formação da Colômbia que está de visita à Invicta. Fora os espanhóis, os ingleses, os holandeses, os chineses e mais uma série de turistas que vão dando razão ao estatuto de "Melhor Destino Europeu de 2017" que a cidade ganhou há poucos meses. "Joga sem fronteiras" é o slogan do FC Porto e da New Balance para esta temporada. Nem a propósito.

© Global Imagens

citacao"Casillas? Se aparecer digo-lhe que não tire nunca esta camisola"

A esperança na conquista do título não esmoreceu com os quatro anos de jejum. "É só não sermos roubados nem falhar em casa. O ano passado foram os árbitros e o jogo com o V. Setúbal", desabafava um adepto à frente da reportagem de O JOGO. "Temos boa equipa. E quase não saiu ninguém", respondia outro.

Caras verdadeiramente novas não há. O mais próximo de reforços que o FC Porto conseguiu mostrar foram Hernâni e Ricardo Pereira. Mas nenhum encheu as medidas aos adeptos, ansiosos por verem Casillas e expressarem-lhe gratidão. "Se aparecer digo-lhe que não tire nunca esta camisola", confessou-nos uma fã. Mas Iker não esteve. Por isso, foram Soares, o goleador, e Alex Telles, o melhor assistente, os reis da festa. Os dois perceberam e fizeram questão de assinalar o momento. Depois de cumprimentarem toda a gente, pararam para tirar uma selfie com a multidão a gritar Porto e a pedir a conquista do campeonato. Foram vários os "manequins", reais ou improvisados, que se fizeram acompanhar de câmaras GoPro para que o momento ficasse para a posteridade. João Costa, o guarda-redes que tantas vezes esteve do lado do público, foi o primeiro a aparecer com a tecnologia e um dos que mais beijou o emblema. A esse nível, o modelo Rúben Rua também se destacou. E até saltou para embalar a multidão em momentos de quebra. Foram poucos, mas também os houve.

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