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Ronaldo e Messi, o desafio supremo

Sportinveste 30/05/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
Ronaldo e Messi, o desafio supremo © Sportinveste Multimédia Ronaldo e Messi, o desafio supremo

O português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi têm monopolizado as atenções nos últimos anos e são, à partida, as grandes atrações do Mundial de futebol de 2014, que se realiza no Brasil.

Entre os dois, venceram as últimas seis edições da “Bola de Ouro”, as derradeiras cinco da “Bota de Ouro” e são, desde 2007/2008, os melhores marcadores da “Champions”. Para os outros, deixaram muito pouco, quase nada.

A vantagem global é de Lionel Messi, que tem mais títulos individuais e coletivos, mas Ronaldo chega melhor ao Mundial, depois de uma época em que ganhou a Liga dos Campeões e a Taça do Rei, enquanto o argentino se ficou pela Supertaça.

Aos triunfos coletivos, o internacional luso junta os troféus de melhor marcador da “Champions”, com recorde, e da Liga espanhola, que o conduziu a uma terceira “Bota de Ouro”, embora em parceria com o uruguaio Luis Suarez (Liverpool). Sem Mundial, tinha certa mais uma “Bola de Ouro”.

Cristiano Ronaldo conseguiu tudo isto também com a “ajuda” de Lionel Messi, que, marcado por lesões desde a parte decisiva da época passada, não tem conseguido jogar, desde então, ao seu nível, de “extraterrestre”. Quererá “voltar” no Brasil.

Se o português chega, aparentemente, melhor à fase final, ambos têm tudo a provar num Mundial, uma vez nenhum dos dois foi fator nas duas primeiras presenças.

Em 2006, Ronaldo chegou às meias-finais, mas só se destacou verdadeiramente quando, no desempate por grandes penalidades, apontou à Inglaterra o tento que colocou Portugal entre os quatro primeiros. De resto, marcou de penálti ao Irão.

Quanto a Messi, também se estreou na edição alemã, tornando-se o quinto mais jovem jogador a marcar num Mundial, ao faturar à Sérvia e Montenegro (6-0), com 18 anos e 357 dias. Além desse golo, pouco se viu, pois jogou muito pouco.

Na edição de 2010, altura em que já haviam iniciado o seu domínio individual, ambos estiveram “ausentes”, com Cristiano Ronaldo a marcar apenas um tento, na goleada à Coreia do Norte (7-0), e Lionel Messi a “conseguir” ficar a zero.

Em termos globais, Cristiano Ronaldo conta dois golos, em 10 encontros, enquanto Lionel Messi soma apenas um, em oito. Esta é grande oportunidade de entrarem na história da principal competição mundial.

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