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Rui Vitória: "Alguém ouviu da minha boca que os campeonatos são passadeiras?"

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/09/2017 Hugo M. Monteiro

Treinador do Benfica fez a antevisão do jogo frente ao Boavista depois da derrota caseira frente ao CSKA, a contar para a Liga dos Campeões.

© EPA/MARIO CRUZ

Momento menos bom da equipa: "Oiçam, vamos aos factos. Já tivemos uma Supertaça ganha, já tivemos jogos difíceis ganhos... Não sou nada de comparações com o passado nem com o futuro mas no ano passado, por esta altura, estávamos com 13 pontos, 11 golos marcados e quatro sofridos. Este ano temos 13 pontos, 12 golos marcados e três sofridos. Este ano perdemos dois pontos com o Rio Ave fora de casa. Mas alguém ouviu da minha boca dizer que os campeonatos são passadeiras para qualquer clube? Há dois anos disputamos o campeonato com três clubes, o FC Porto foi ficando pelo caminho e o Sporting disputou-o connosco até ao fim. No ano passado foi o FC Porto quem foi connosco até ao fim. O campeonato é difícil para nós e difícil para os outros. Há um ano atrás tínhamos um ponto na Liga dos Campeões e hoje temos zero. Não estou a dizer qual vai ser o rendimento daqui para a frente, mas objetivamente é isto".

Matéria prima diferente do que a do ano passado: "Há um ano atrás falávamos de quem ia substituir o Renato e o Gaitán. As soluções foram rapidamente encontradas. É evidente que se houvesse muitos jogadores como o Nélson iam buscá-los lá e não ao Benfica. É esta a matéria-prima que temos. É diferente, aqui ou ali. Vamos ter de arranjar aqui ou ali algumas mudanças que possam valorizar esses jogadores. Pode um ou outro jogo correr mal, pode haver um jogador que se lesione, mas isso faz parte dos processos das equipas".

Dificuldade em fazer golos: "Temos um índice de aproveitamento superior ao que tínhamos vindo a ter. Os jogadores da frente têm uma eficácia muito maior. Quanto à Liga dos Campeões, quem faz 25 remates, faz mais golos. Pode estar a faltar eficácia mas isso, jogadores como temos, a eficácia vai subir e normalizar. Defrontar o CSKA com oito jogadores, todos acima de um metro e 80, colocados em frente da sua área, os oito à espera do nosso erro... Qualquer equipa teria dificuldades".

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