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"Rui Vitória devia impor-se mais aos órgãos sociais e estrutura do Benfica"

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/09/2017 Hugo M. Monteiro

Ouvidos por O JOGO, Gaspar Ramos, José Capristano e Bruno Costa Carvalho consideram que o Benfica ainda só atravessa uma má fase.

A goleada infligida pelo Basileia acentuou o momento negativo do Benfica, embora seja prematuro falar-se de crise. Esta é a convicção de três personalidades afetas ao emblema da Luz ouvidas por O JOGO.

© REUTERS/Arnd Wiegmann

José Capristano assume que o Benfica fez uma "triste figura" em Basileia com uma "exibição paupérrima". "Não é normal ver o Benfica jogar desta forma, mas ainda não se pode falar de crise. Espero que seja nuvem passageira e o jogo de domingo, contra uma equipa em excelente forma, é muito importante para o futuro da época", comenta o ex-dirigente das águias, recordando que nesse mesmo dia, em Alvalade, é disputado o Sporting-FC Porto, clássico que pode ditar uma aproximação pontual do tetracampeão aos rivais, em função do resultado.

O antigo dirigente do Benfica reparte responsabilidades por jogadores, treinador e presidente pelo atual momento, mas defende que Rui Vitória poderia ter outra postura, face às saídas de Ederson, Nélson Semedo, Lindelof e Mitroglou. "A equipa não pode ser a mesma e acho que o Rui Vitória devia impor-se mais aos órgãos sociais e estrutura do Benfica. Vai dizendo que o plantel chega e é suficiente. Daí referir que as culpas, como os êxitos, se dividem por todos, desde o presidente até ao roupeiro, com o devido respeito", comenta.

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