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Sérgio Conceição detalha escolha de José Sá e avisa: "O nosso presidente é a única referência"

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Francisco Sebe

O treinador do FC Porto explicou com maior detalhe a opção por José Sá frente ao Leipzig, em detrimento de Casillas, utilizando como termo comparativo a situação de Júlio César no Benfica.

A opção de Sérgio Conceição por José Sá em detrimento de Iker Casillas foi o tema dominante da conferência de imprensa de antevisão à receção do FC Porto ao Paços de Ferreira. O treinador dos azuis e brancos reforçou a ideia de opção técnica e falou numa única referência do clube.

© EPA/Filip Singer

"Nunca disse quem ia jogar em relação a um jogador ou outro. Vocês podem fazer as perguntas que quiserem, mas não tenho vontade nem quero responder. Em relação àquilo que foi a escolha do último jogo, foi opção técnica. Querem ouvir coisas minhas, não é? Sempre disse que todos os jogadores do plantel estão à disposição e em condições de competir por um lugar na equipa. Isso foi muito falado, das restrições do FC Porto na quantidade dos jogadores. Essa opção técnica tem a ver com duas ou três características que acho fundamentais, relacionadas com o adversário, com as características do jogador, da semana de trabalhos... Foi isso, pura e simplesmente. Há outros que veem, se calhar, o estatuto, os olhos, a cor, a pele, se é alto... Se for a entrar por aí, sento-me à frente do nosso presidente em estágio e vejo uma pessoa que tem 58 títulos. Não tenho capacidade par olhar olhos nos olhos do meu presidente. É inigualável, o mais titulado no mundo. A única grande referência do nosso clube é o nosso presidente. O Júlio César tem 36 títulos e ninguém puxou pelo facto de ter ficado no banco. O Iker é um jogador que tem trabalhado no dia a dia e não há nada a dizer. Tem um comportamento fantástico. Se não chamo o Vítor Baía, que tem muito mais títulos. Vamos por aquilo que é a equipa e o rendimento diário dos jogadores em função do adversário, daquilo que é o jogo e daquilo que é o treino", afirmou Sérgio Conceição:

Confrontado com a notícia de O JOGO na edição desta sexta-feira, de que Casillas ficou no banco de suplentes frente ao Leipzig em virtude de menor empenho no trabalho semanal e do desagrado perante o uso inapropriado do telemóvel nas concentrações (ao contrário da pergunta do jornalista da RTP, que aludia a problemas disciplinares) o treinador estranhou "o alarido" em redor da opção tomada:

"Se fosse um problema disciplinar, [Casillas] não estava nos convocados. Sinceramente, não entendo o porquê deste alarido todo. Uma opção puramente técnica. Porquê isto tudo do telemóvel, da discussão... Houve algum problema com o treinador do FC Porto? Zero, zero. O FC Porto é gerido aqui dentro, por mim. Para mim, o que importa é o rendimento. Estatuto é igual a rendimento".

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