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Síria: Exército sírio ganhou terreno no norte e centro do país, ONG

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/08/2017 Administrator

O Exército sírio ganhou terreno no norte e no centro do país e aproximou-se da importante província de Deir Ezzor (leste), controlada em grande parte pelo grupo 'jihadista' Estado Islâmico (EI), indicou hoje uma ONG.

Estes progressos foram "significativos" a sul da cidade de Raqa (norte), precisou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), adiantando que apenas quatro quilómetros separam as forças pró-regime da cidade de Madan, a última controlada pelo EI nos arredores de Raqa e que é próxima da fronteira entre Raqa e Deir Ezzor.

A província de Deir Ezzor está nas mãos do EI, com exceção de uma fração da capital com o mesmo nome que é controlada por civis e tropas pró-governamentais.

A ofensiva do Exército sírio a sul de Raqa em direção a Deir Ezzor é diferente da de combatentes curdos e árabes apoiados por Washington para combater o EI desta cidade que era considerada um bastião sírio do grupo 'jihadista' mas do qual perdeu cerca de metade.

O regime de Bachar al-Assad, apoiado pela Rússia, conquistou na noite de sábado para hoje Al-Soukhna, última localidade controlada pelo EI na província central de Homs.

Estes avanços territoriais abrem às forças pró-regime um segundo eixo de progressão para a província de Deir Ezzor.

A retomada de Soukhna - que ainda não foi confirmada pelo governo sírio - inscreve-se no âmbito de uma ofensiva lançada em maio pelas tropas do regime para reconquistar a vasta região desértica que se estende entre Damasco e Deir Ezzor.

Segundo o OSDH, pelo menos 64 combatentes 'jihadistas' foram mortos no sábado na região desértica em combates e bombardeamentos aéreos, dos quais 30 em Al-Soukhna.

O EI, expulso no mês passado do seu bastião de Mossul no Iraque, enfrenta múltiplos ataques na Síria.

Desencadeado em março de 2011 pela repressão de manifestações pró-democracia e opondo inicialmente o Exército e os rebeldes, o conflito na Síria complicou-se ao longo dos anos com o envolvimento de atores regionais, de potências estrangeiras e de grupos de 'jihadistas, num território cada vez mais fragmentado.

O conflito já provocou mais de 330.000 mortos e milhões de deslocados e refugiados.

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