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Síria: Pelo menos 3.273 pessoas morreram, das quais 1.287 civis, nos conflitos em Raqa

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Administrator

Pelo menos 3.273 pessoas morreram, das quais 1.287 eram civis, durante os mais de quatro meses da ofensiva contra o grupo Estado Islâmico (EI) na cidade síria de Raqa, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Entre os civis, 1.130 morreram devido a bombardeamentos da coligação internacional, liderada pelos Estados Unidos e que combate o EI, contra a população e as zonas da periferia a sul do rio Eufrates.

A ofensiva em Raqa começou no passado dia 06 de junho por parte das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança de combatentes curdos e árabes apoiada por Washington, naquela que é a "capital do califado" proclamado pelo EI em 2014.

Segundo o OSDH, as outras 157 vítimas mortais civis ocorreram devido à explosão, durante a sua fuga, de minas colocadas pelos extremistas.

Já o EI teve um total de 1.353 baixas causadas pelos bombardeamentos e combates contra as FDS que, por sua vez, perdeu 633 combatentes.

A juntar a estas informações, a organização não-governamental 'Save the Children' alertou hoje que a crise humanitária em Raqa é "pior do que nunca".

"Cerca de 270 mil pessoas que fugiram dos combates em Raqa continuam a ter uma necessidade crítica de ajuda e os campos estão cheios de gente", disse num comunicado a diretora da ONG para a Síria, Sonia Khush.

Acrescentou que as condições nos campos onde os fugitivos de Raqa ficam são "miseráveis e as famílias não têm comida, água ou medicamentos suficientes".

As Forças Democráticas Sírias anunciaram hoje que controlam totalmente a cidade de Raqa, mas sem confirmar o fim da presença do grupo extremista Estado Islâmico.

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