Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Salários continuam a crescer abaixo dos níveis pré-crise e podem manter-se - FMI

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/09/2017 Administrator

O crescimento dos salários continua abaixo dos níveis pré-crise de 2008 na maioria das economias desenvolvidas e pode manter-se assim até que o emprego involuntário a tempo parcial diminua ou a produtividade acelere, avisa o FMI.

"O crescimento nominal dos salários na maioria das economias desenvolvidas permanece marcadamente abaixo do que era antes da Grande Recessão de 2008-2009", afirma o Fundo Monetário Internacional (FMI) num dos capítulos analíticos do 'World Economic Outlook' divulgados hoje.

O Fundo conclui que grande parte desse abrandamento dos salários é explicada pelo hiato do mercado de trabalho (um desemprego elevado a uma utilização reduzida da força de trabalho, que se verifica em emprego involuntário a tempo parcial), pela inflação e pela produtividade.

Depois de fazer este retrato, a instituição sediada em Washington avisa que "o crescimento dos salários pode continuar subjugado até que o emprego involuntário a tempo parcial diminua ou que o crescimento da produtividade recupere".

De acordo com o FMI, enquanto este tipo de emprego "pode ter apoiado a participação da força de trabalho e facilitado uma ligação mais forte com o local de trabalho do que a alternativa desemprego, ele enfraqueceu o crescimento salarial".

Outros fatores como a produtividade e a inflação "também exerceram uma pressão negativa nos salários recentemente", refere o relatório coordenado pelo economista Malhar Nabarm.

Nesse sentido, o FMI defende que um conhecimento mais aprofundado das forças que estão a constranger a subida dos salários "é importante para definir o decorrer apropriado da política monetária.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon