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"Se Vasco Santos não vê o lance de Eliseu é incompetente e não pode arbitrar"

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/08/2017 Alcides Freire

© Fornecido por O jogo

O diretor de informação e comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, classificou Vasco Santos de "incompetente", esta terça-feira, depois de o Conselho de Disciplina (CD) ter arquivado a queixa do Sporting contra Eliseu, referente ao lance com Diogo Viana, no Benfica-Belenenses da terceira jornada da I Liga.

"Se o árbitro Vasco Santos, coordenado em tempos por Adão Mendes, não consegue avaliar o lance de Eliseu, é demasiada incompetência. É um lance tão evidente, tão visível, que nenhuma equipa se pode sentir tranquila. Acho que é incompetência absoluta evidente. Não pode arbitrar jogos. Se ele não vê aquilo, como é que vê algum tipo de lance? O árbitro de campo não viu, pronto, lamenta. Todos nós compreendemos isso. O videoárbitro, se não vê é por manifesta incompetência. Se não viu este lance, não presta", afirmou o dirigente dos azuis e brancos, colocando em xeque a credibilidade do futebol português: "O que há de pensar um adepto inglês que esteja em Portugal e vê na televisão a entrada do Eliseu e, depois, sabe que o jogador foi ilibado? Apetece atirar-se ao chão a rir. No futebol português não se tiram consequências. Parece-me que é bem pior o que o Eliseu fez do que outras coisas que são alvo do CD. É gravíssimo que não tenha sido castigado. Na justiça desportiva em Portugal, dois mais dois não são quatro. Qualquer jogador das 18 equipas do campeonato devia ter tratamento igual. Infelizmente, há uma equipa que não tem um tratamento desigual", acrescentou Francisco J. Marques, vaticinando o fim dos casos de flagrante delito.

"Acabaram os casos de flagrante delito. Se este caso evidente não pode ser julgado, se o CD se acha capaz de se sobrepor ao próprio Conselho de Arbitragem [CA], que se presume que entenda... O CA assumiu que tinha sido uma má decisão e que o Eliseu devia ter sido expulso. Para que é que servem os casos de flagrante delito?", questionou, prosseguindo, com ironia: "Quem primeiro veio com esta argumentação foi o treinador Rui Vitória, um emérito jurista e advogado. Isto é um incentivo à violência. Não só no caso do Eliseu. Uma profusão de casos ligados ao Benfica, que se sentem à vontade para jogar acima das regras, utilizando uma conduta inapropriada", rematou o diretor de comunicação e informação do FC Porto.

Francisco J. Marques insiste na ideia de que o Conselho de Disciplina foi benevolente para com o defesa do Benfica. "O Conselho de Disciplina, que é sempre tão avesso a abrir procedimentos disciplinares, abriu um ao árbitro Jorge Sousa e castigou-o rapidamente. Esse caso foi posterior ao do Eliseu. Eles agiram primeiro em relação ao de domingo. O caso do Jorge Sousa foi por palavras e do Eliseu por violência. O que é isto? Que brincadeira é esta? Isto não é fazer justiça. Costuma dizer-se que a justiça é cega, surda e muda e neste caso foi mesmo. É incompreensível que um ato daqueles seja criticado e condenado pelo CA e ilibado pelo CD", concluiu.


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