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Seferovic: "Os golos tiraram-me um peso de cima"

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/09/2017 Rui Trombinhas

Ansioso por jogar a Liga dos Campeões, o internacional suíço confessa ser impossível andar tranquilamente nas ruas de Lisboa e que de águia ao peito tem liberdade para se concentrar apenas em visar a baliza

Com um arranque em grande no Benfica, fruto de quatro golos em cinco jogos, Seferovic chegou em alta à seleção da Suíça, sendo peça fundamental no triunfo por 3-0 frente a Andorra ao fazer um bis. E o avançado reconhece que a mudança para a Luz ajudou a desbloquear a sua relação com os golos, que têm continuidade pela seleção. "Agora, já não penso tanto em frente à baliza, limito-me apenas a marcar. Quando estás em alta, não precisas de pensar, tudo sai instintivamente", confessa. "Os golos tiraram-me um peso de cima dos ombros e ajudaram-me bastante", assumiu, em declarações à Imprensa do seu país. "Sinto-me muito bem. Sei que estou numa boa fase, a confiança está em alta e a bola está a entrar", referiu. "Tive a sorte de ser rapidamente recompensado em Portugal", sublinhou, reforçando: "No Benfica, o potencial ofensivo é enorme. A equipa já sabe como jogo e dá-me a bola em condições. O clube tem uma ideia clara: ganhar todos os jogos. Entrei numa nova dimensão."

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Ansioso por jogar a Champions - "vai ser um grande momento e será interessante ver como estamos em relação a outras equipas europeias", disse -, garantiu "não se arrepender nem por um segundo" da escolha pelo Benfica. "É um grande clube que me queria assumidamente e assinei para testar os meus limites. Agora, tenho de trabalhar para continuar nesta senda. É aí que reside o desafio", declarou, confessando ser "impossível andar tranquilamente na rua", fruto do assédio dos adeptos encarnados, e reconhecendo que "tudo é diferente" em relação ao Eintracht Frankfurt. "Para começar, o clima. Mas tinha de trabalhar muito defensivamente e isso tirava-me lucidez na finalização. No Benfica jogo de forma diferente. Contrataram-me para jogar na área e marcar, no último segundo até, se a oportunidade surgir", constatou.

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