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Selecionador do Chile defende que "um dia mais de repouso é uma vantagem para Portugal"

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/06/2017 Mónica Santos

Pizzi não se queixa e até lembra que, se o Chile for à final, também terá essa vantagem, mas, por agora, apontagem a vantagem para a equipa em que destaca Ronaldo e Fernando Santos.

© Fornecido por O jogo

Ainda no rescaldo do empate (1-1) deste domingo com a Austrália, na Taça das Confederações, o seleccionador do Chile fez uma breve análise de Portugal, o adversário nas meias-finais. "Teremos de nos esforçar muito para poder competir com eles. É muito difícil ser campeão da Europa, onde estão os melhores do mundo. Têm um jogador determinante e um treinador com muita experiência. Estão rodeados de jogadores de muito bom nível, mas creio que nos equiparamos em muitas coisas", afirmou Pizzi, citado pelo La Tercera.

Confrontado com o facto de Portugal ter mais um dia de descanso até ao jogo, marcado para as 19 horas de quarta-feira, Pizzi admitiu que, nesse capítulo, o Chile sai a perder: "É uma desvantagem, mas não é algo que nos surpreenda nem de que possamos reclamar, porque está assim disposto de antemão e se passarmos à final seremos nós a ter um dia a mais de descanso. Sem dúvida, ter um dia mais de repouso é uma vantagem para o adversário".

A propósito do empate com a Austrália, que comparou a um jogo dos "quartos de final do Mundial", Pizzi garantiu que não houve poupança de esforços nem sobranceria, apenas mérito do adversário e algum desgaste: "Nem jogámos nem preparámos a partida com excesso de confiança. Hoje, não nos permitiram desenvolver o nosso jogo, com boa circulação. Pressionaram muito bem. O adversário superou-nos em muitos momentos de pressão, com muita agressividade, nalguns casos, desmedida. Para superar isso é preciso muito sacrifício e implica um desgaste que, indubitavelmente, se sente. Mas, temos uma recuperação muito boa. Os jogadores estão muito bem preparados".

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