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Setenta observadores internacionais nas eleições regionais na Venezuela

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/10/2017 Administrator

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela anunciou, no sábado, que um grupo de 70 observadores internacionais vai supervisionar as eleições regionais incompletas que se realizam hoje.

Em declarações à televisão estatal, a reitora do CNE Socorro Hernandez afirmou que membros do Conselho de Especialistas Eleitorais da América Latina (CEELA) vão apresentar um relatório técnico às autoridades após uma auditoria à plataforma tecnológica da CNE.

O presidente da CEELA, Nicanor Moscoso, indicou que pelo menos 12 auditorias vão ser levadas a cabo e garantiu que o processo eleitoral vai ser "transparente". Segundo o mesmo responsável, membros de cada um dos partidos políticos vão participar nas auditorias.

Mais de 18 milhões de venezuelanos são chamados hoje às urnas para a eleição dos governadores dos estados, após uma campanha assinalada por denúncias da oposição sobre supostas fraudes da comissão eleitoral para favorecer o poder.

Estas eleições, que deveriam ter sido realizadas em dezembro de 2016, foram fixadas para hoje pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e não incluem a convocatória para renovação dos parlamentos regionais, eleitos em 2012 juntamente com os governadores.

Esta decisão poderá beneficiar o poder em torno do Presidente Nicolás Maduro, que controla 20 dos 23 Estados e 22 dos 23 parlamentos regionais, e prejudicar a gestão dos governadores da oposição, que venceu por maioria absoluta as legislativas de dezembro de 2015.

A coligação da oposição Mesa da Unidade Democrática (MUD), que concorre com vários dos seus líderes detidos, em prisão domiciliária ou fora do país, também denunciou a alteração dos locais das assembleias de voto nos seus bastiões onde deveriam votar mais de meio milhão de eleitores, que conheceram a decisão a menos de 72 horas da sua abertura.

As sondagens preveem que a oposição deverá garantir a maioria dos governadores dos Estados, apesar de os aliados do governo também preverem uma forte votação para demonstrar que ainda são competitivos.

Caso os opositores de Maduro garantam uma vitória decisiva será a primeira vez desde 2000 que o partido no poder enfrenta um país liderado por uma maioria de governadores da oposição.

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