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Seul prepara-se para novo teste com míssil intercontinental da Coreia do Norte

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/09/2017 Administrator

Seul está a monitorizar de perto a Coreia do Norte sobre a possibilidade de o país testar um novo míssil balístico intercontinental quando celebrar o aniversário da sua fundação, no sábado.

Eugene Lee, porta-voz do ministério sul-coreano da Reunificação, disse hoje que Pyongyang pode conduzir um novo teste este sábado ou a 10 de outubro, quando celebra a fundação do Partido dos Trabalhadores, partido único no poder.

Pyongyang frequentemente celebra datas chave com demonstrações de força militar, mas os seus testes parecem agora ser motivados pela necessidade de melhorar a capacidade dos seus mísseis.

No domingo, o país realizou o seu sexto e mais poderoso teste nuclear até à data, no que revelou ter sido a detonação de uma arma termonuclear para ser colocada num míssil intercontinental.

Em julho, o país testou por duas vezes o modelo de mísseis Hwasong-14, que os analistas consideram serem capazes de atingir os Estados Unidos, incluindo cidades importantes como Chicago e Los Angeles.

Na quinta-feira, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que uma ação militar é "certamente" uma opção contra a Coreia do Norte.

"Eu preferia não adotar a via militar, mas é algo que certamente pode acontecer", disse.

No mês passado, a Coreia do Norte lançou um míssil que sobrevoou o Japão.

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, considerou o lançamento um "prelúdio significativo" para conter a ilha norte-americana de Guam no Pacifico e apelou ao seu exército para que conduza mais testes visando o Oceano Pacifico.

A Suécia urgiu hoje os seus cidadãos a não fazerem visitas desnecessárias à Coreia do Norte.

O anúncio do ministério sueco dos Negócios Estrangeiros surge horas depois de o governo do México ter declarado o embaixador norte-coreano no país 'persona non grata' e ordenar a sua saída do país no espaço de 72 horas, em resposta ao último teste nuclear.

A Suécia tem relações diplomáticas com a Coreia do Norte desde 1973.

Kim Jong-un, que herdou a liderança norte-coreana do seu pai, Kim Jong-il, efetuou quatro testes nucleares desde que ascendeu ao poder, em 2011.

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