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Sindicato dos Motoristas vai avançar com ação judicial contra Transportes Coletivos do Barreiro

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/07/2017 Administrator

O Sindicato Nacional dos Motoristas (SNM) vai avançar com uma ação judicial contra os Transportes Coletivos do Barreiro (TCB), reivindicando a inclusão das deslocações no horário de trabalho, com a autarquia a negar ilegalidades.

Os TCB são um serviço municipalizado da Câmara do Barreiro (distrito de Setúbal), que efetua carreiras em todo o concelho, além de também fazer ligações em algumas freguesias do concelho vizinho da Moita.

"O Sindicato Nacional dos Motoristas alertou os TCB para o facto de estes não estarem a respeitar os horários de trabalho dos motoristas, nomeadamente no que diz respeito à falta da inclusão das deslocações necessárias durante a prestação do serviço, solicitando a retificação da situação", refere o sindicato, em comunicado enviado hoje à Lusa.

O sindicato salienta que os TCB, até ao momento, não incluíram nos horários de trabalho os tempos necessários para efeitos de deslocações em cada serviço e anunciaram que vão avançar para o tribunal.

"O SNM vai intentar nova ação judicial contra os TCB pelo facto de, mais uma vez, os TCB estarem a desrespeitar os normativos legais e os trabalhadores. O SNM pode garantir aos motoristas dos TCB que tudo irá fazer para que os seus direitos sejam respeitados", salienta.

"O SNM lamenta mais uma vez que o Partido Comunista Português seja conivente com os atropelos aos direitos dos trabalhadores e que promova a exploração de quem trabalha ao arrepio do legalmente previsto", acrescenta.

Rui Lopo, vereador da Câmara do Barreiro, liderada pelo presidente Carlos Humberto (PCP), afirmou à Lusa que respeita a decisão do sindicato, mas garante que não existem irregularidades.

"Esta é uma tomada de posição legítima, que está no direito do sindicato de tomar, apenas lamentamos que não nos tenham informado. Em ano eleitoral, acontecem coisas destas", disse o autarca com responsabilidades nos transportes.

O autarca referiu que o sindicato em causa já colocou no passado um processo em tribunal sobre a mesma questão, mas que "não lhe foi dada razão".

"Nos TCB não toleramos e não temos situações irregulares. Fazemos sempre o possível para melhorar os horários de trabalho, mas é um processo contínuo", explicou.

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