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Sindicatos no Ministério da Educação sexta-feira para discutir colocações

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/09/2017 Administrator

As federações sindicais de professores anunciaram hoje que foram convocadas para reuniões no Ministério da Educação, na sexta-feira à tarde, na sequência dos protestos relacionados com alegadas injustiças na colocação de docentes.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) deslocou-se hoje de manhã ao Ministério para exigir o encontro que tem vindo a reivindicar e acabou por ser recebida por uma equipa técnica, ficando a reunião política agendada para sexta-feira.

A marcação da reunião, também pretendida pela Federação Nacional da Educação (FNE), levou esta estrutura sindical a desmarcar uma ação que tinha agendado para hoje à tarde, a entrega de uma carta no Ministério sobre os concursos e outras questões que afetam a vida dos professores.

As duas federações alegam que os mecanismos de colocação de docentes usados para este ano letivo enfermam de injustiças e não respeitam a graduação profissional dos docentes.

A Fenprof considera que a cada dia que passa se torna mais difícil "eliminar ou atenuar injustiças".

No centro da contestação tem estado o concurso de mobilidade interna e a reserva de recrutamento.

"Ao alterar um procedimento com mais de uma década (colocação de docentes apenas em horários com mais de 22 de aulas), o ME provocou ultrapassagens na distribuição das colocações", afirma a Fenprof, em comunicado, acusando a tutela de falta de critério na mobilidade interna, mecanismo a que os professores recorrem frequentemente para tentar uma aproximação à residência.

A FNE vai levar esta questão para a reunião no Ministério, mas quer também iniciar um processo negocial para rever as regras dos concursos, por forma a ter já em 2018 um concurso interno que "considere regras de justiça e transparência".

A estrutura sindical recorda, em comunicado, que a precariedade continua a marcar a profissão e não apenas para os professores contratados.

A Fenprof defendia a anulação das colocações efetuadas ao abrigo do concurso de mobilidade interna e a publicação de novas listas, mas reconhece que neste momento seria necessário anular 20.000 colocações numa altura em que as aulas já começaram.

Assim, admite a possibilidade de todos os professores colocados ao abrigo daquele regime serem considerados para efeitos de nova colocação na segunda Reserva de Recrutamento, desde que manifestem essa vontade.

Caso o Ministério não tome qualquer medida, os sindicatos da Fenprof "apoiarão todos os associados que pretendam, em tribunal, fazer valer os seus direitos".

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