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Slater persegue o 12º título mundial de surf

Sportinveste 27/02/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
Slater persegue o 12º título mundial de surf © Sportinveste Multimédia Slater persegue o 12º título mundial de surf

Há duas épocas que o norte-americano tenta chegar à dúzia. Nas duas últimas épocas, os australianos Joel Parkinson e Mick Fanning levaram a melhor.

O norte-americano Kelly Slater retoma a demanda pelo 12º título mundial de surf, após ter sido batido nos últimos dois anos pelos australianos Joel Parkinson, em 2012, e Mick Fanning, em 2013.

Aos 42 anos, Slater parte para a 22ª presença no circuito, inevitavelmente como um dos favoritos, frente aos habituais pretendentes, casos de Fanning, que volta a defender o título depois de repetir as conquistas de 2007 e 2009, e Parkinson, campeão em 2012.

Se para justificar este estatuto não fosse suficiente o historial de conquistas mundiais, nas épocas de 1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005, 2006, 2008, 2010 e 2011, Slater encarregou-se de atestar as suas aspirações, tendo sido o único a vencer três etapas no ano passado -- nenhum outro venceu mais do que uma -- e começou a temporada a vencer, na prova do circuito de qualificação (WQS), em Pipeline.

É inevitável incluir o sul-africano Jordy Smith, segundo em 2010, o australiano Taj Burrow, vice em 1999 e 2007, e o brasileiro Adriano de Souza, recente vencedor do WQS Hurley Australian Open, nesta luta, que poderá incluir os representantes da nova geração da elite, liderada pelos australianos Julian Wilson e Owen Wright, que, tal como Tiago Pires, foi repescado depois de ter afastado por lesão, pelo havaiano John John Florence e pelo brasileiro Gabriel Medina.

O norte-americano CJ Hobgood, campeão em 2001, surge entre os outsiders, juntamente com o compatriota Nat Young e os australianos Kai Otton, vencedor da etapa de Peniche em 2013, e Josh Kerr.

Afastado deste leque deverá estar o único representante português, Tiago Pires, que revelou à Lusa ter como objetivo para a sétima presença consecutiva entre a elite chegar à final de um dos 11 campeonatos do circuito que, pelo sexto ano seguido, tem paragem obrigatória em Peniche, entre 12 e 23 de outubro, naquela que será a 13ª visita da elite a Portugal.

O regresso da sul-africana Jeffreys Bay, em detrimento de Bali, mudou o calendário, alargado com mais uma etapa na Austrália, onde, como tradicionalmente, começa na Gold Coast, entre 1 e 12 de março, prosseguindo com a Margaret River, entre 2 e 13 de abril, e Bells Beach, de 16 a 27 de abril.

A rota do Mundial passa ainda pelas ondas "repetentes" de Rio de Janeiro (Brasil), Tavarua (Fiji), Teahupoo (Tahiti), Trestles (Estados Unidos) e South West Coast (França), antes de o Mundial terminar com o mítico Billabong Pipeline Masters, no Havai, entre 8 e 20 de dezembro.

Fonte: OJOGO

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