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Sobe para 32 mortos número de vítimas em ataque na Birmânia - exército

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/08/2017 Administrator

Pelo menos 32 polícias e rebeldes morreram hoje no oeste da Birmânia depois de muçulmanos da minoria rohingya terem cercado vários postos fronteiriços, segundo as autoridades birmanesas que enfrentam os ataques mais mortíferos dos últimos meses.

Entre as 32 vítimas há um soldado, dez polícias e 21 'rohingyas'.

Um balanço anterior indicava 12 mortos.

"Militares e polícias combatem em conjunto os terroristas bengaleses", disse o chefe do exército, general Min Aung Hlaing, através da sua página de Facebook.

O governo da Birmânia informou, em comunicado, que cerca de 150 rebeldes participaram neste ataque, durante a madrugada, contra vários pontos do município de Maungdaw, perto da fronteira com o Bangladesh.

O ataque teve lugar um dia depois de uma comissão, liderada pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, ter apresentado ao governo birmanês um relatório com recomendações para pôr fim à violência em Rakhine e promover o desenvolvimento da região.

Mais de um milhão de rohingya vivem no estado de Rakhine, onde sofrem uma crescente discriminação desde o surto de violência sectária que provocou, em 2012, pelo menos 160 mortos e deixou ainda aproximadamente 120 mil membros daquela comunidade confinados em 67 campos de deslocados, onde vivem diversas restrições, nomeadamente privação de movimentos.

As autoridades birmanesas não reconhecem cidadania aos rohingya -- minoria apátrida considerada pelas Nações Unidas como uma das mais perseguidas do planeta.

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