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"Svilar foi ameaçado por um alto dirigente do Anderlecht"

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Alcides Freire
© ANTONIO COTRIM

Com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros, Svilar custou aos cofres da Luz 2,5 milhões. Mas o pai do guardião sublinha que o valor podia ser bem superior

A afirmação de Svilar na Luz é importante também para o Anderlecht, pois o campeão belga acabou por assegurar o direito a dez por cento numa futura transferência do promissor guardião.

Protegido por uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros, Svilar rendeu aos cofres do emblema de Bruxelas 2,5 milhões de euros, mas Ratko Svilar, nas declarações ao diário "Het Laatste Nieuws", sublinhou que este valor até poderia ser bem diferente. "Fico satisfeito pelo facto de o Anderlecht ter recebido 2,5 milhões de euros e ter direito a dez por cento de uma venda, quando o meu filho fez apenas dois jogos de preparação pela primeira equipa", atirou, reforçando: "Talvez se tivesse jogado 20, 30 ou 40 jogos esta verba pudesse ser superior."

"O meu desejo sempre foi que o meu filho tivesse direito a uma oportunidade de jogar na primeira equipa do Anderlecht e de ser vendido por muito dinheiro", revelou, afirmando que Svilar "foi ameaçado por um alto dirigente" do clube, que lhe teria chamado "rufia". "Isso levou a que o Mile decidisse imediatamente sair. Como pai, fui obrigado a agir e a pedir ao empresário para encontrar a melhor solução", declarou, explicando: "Ele foi muito eficiente e tratou de tudo com o Benfica muito rapidamente."

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