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Tancos/Armas: BE pede relatório que devolva "confiança" aos portugueses

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/10/2017 Administrator

O BE reiterou hoje o pedido de que seja desenvolvido e apresentado um relatório sobre o furto de armas em Tancos, sublinhando que tal é necessário para devolver a "confiança" aos portugueses sobre esta matéria.

"Esperamos, como sempre dissemos desde o início, que haja também uma apresentação de um relatório do que aconteceu", disse esta manhã o líder parlamentar bloquista, Pedro Filipe Soares, minutos depois de a Polícia Judiciária Militar ter informado que intercetou na região da Chamusca, distrito de Santarém, o material roubado da base de Tancos.

"Tudo foi dito nesta matéria com muito pouca segurança", lembrou Pedro Filipe Soares, sublinhando que foi referida a ideia de roubo mas também, por exemplo, a "ideia estranha de que nada tinha sido roubado".

O líder da bancada do BE aludia a declarações do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, que numa entrevista admitiu que, "no limite, pode não ter havido furto nenhum".

A Polícia Judiciária (PJ) Militar adianta em comunicado que, no âmbito de investigações de combate ao tráfico e comércio ilícito de material de guerra, "recuperou esta madrugada na região da Chamusca, com a colaboração do núcleo de investigação criminal da GNR de Loulé, o material de guerra furtado dos Paióis Nacionais de Tancos".

De acordo com o comunicado, "o material recuperado já se encontra nos Paióis de Santa Margarida, à guarda do Exército, onde está a ser realizada a peritagem para identificação mais detalhada".

Em 29 de junho, o Exército revelou a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois 'paiolins', tendo desaparecido granadas de mão ofensivas e munições de calibre nove milímetros.

Entre o material de guerra furtado dos Paióis Nacionais de Tancos estavam "granadas foguete anticarro", granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, segundo a informação divulgada pelo Exército.

O Chefe do Estado-Maior do Exército mandou instaurar três inquéritos, nomeadamente ao funcionamento do sistema de videovigilância, à intrusão nas instalações e à gestão de cargas.

O Exército decidiu encerrar os paióis nacionais de Tancos, optando por concentrar o material nas instalações de Santa Margarida e admitindo armazenar algum material nos paióis dos outros ramos, em caso de necessidade.

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