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"Temos assistido a pressões de todo o tipo, desde invasões a ameaças"

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/03/2017 Hugo Monteiro

Domingos Almeida Lima, vice-presidente do Benfica para as modalidades, deixou indiretas a FC Porto e Sporting.

Foram inauguradas na noite desta sexta-feira as novas instalações da Casa do Benfica nas Caldas da Rainha. Luís Filipe Vieira, presidente do clube, não falou, por estar suspenso, e foi Domingos Almeida Lima a discursar, sem deixar de lançar farpas a FC Porto e Sporting.

© carlos Manique/Global Imagens

"E aqui, nas Caldas da Rainha, temos mais um bom exemplo da imagem, conceito e oferta que integram as novas Casas do Benfica. Estamos numa fase de grande afirmação. Temos uma estratégia clara e grandes projetos de futuro. Hoje, no Benfica, trabalhamos para que quase nada aconteça por acaso", começou por dizer o vice-presidente para as modalidades.

"Estamos na reta final do campeonato. Agora, é tempo de centrar a atenção mais do que nunca na conquista do histórico Tetra, na conquista da Taça de Portugal, e nas conquistas das outras modalidades desportivas. E, nesta fase final da época, queremos deixar bem claro, repito: bem claro, que estamos muito atentos, fazemos o nosso trabalho, mas exigimos respeito, damos tudo em campo, mas exigimos que nada exterior à competição impeça a verdade desportiva. Num tempo em que o que importa é o presente e o futuro, desenganem-se aqueles que ambicionam um regresso ao passado. A um passado de apitos, pressões e afins incompatíveis com os dias de hoje. Temos assistido diariamente a pressões de diversos tipos. Desde invasões a centros de treinos de árbitros, a ameaças nas redes sociais, declarações públicas para que não mostrem cartões amarelos a jogadores em vésperas de jogarem contra o Benfica. E, nestes últimos dias, ao cúmulo de um responsável insinuar e exigir a necessidade de que um nosso craque seja impedido de jogar o clássico que se aproxima. O acumular de loucuras de investimento, de sucessivos prejuízos e de insucessos desportivos não pode justificar tanto desespero. Quem é grande já não depende de um qualquer resultado circunstancial", vincou.

"Mas hoje voltamos a ter aqui um exemplo do que é impensável. O nosso presidente continua a não poder falar por um desabafo privado, e, perante sucessivos insultos, insinuações, declarações públicas de toda a espécie, ver a justiça parada e as instituições paralisadas torna a ausência de castigos um fator de grande descrédito para esta indústria", encerrou.

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