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Titular mais de ano e meio depois: um exemplo de sacrifício em Portimão

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/09/2017 Hugo Monteiro
© André Vidigal/Global Imagens

O longo calvário de Dener chegou ao fim e até o treinador Vítor Oliveira manifestou "enorme regozijo" pela sua atuação, que contribuiu para ganhar aos flavienses e seguir em frente na Taça da Liga.

Dener não era titular desde janeiro de 2016! Mais de ano e meio depois, o médio brasileiro foi opção de Vítor Oliveira - já o tinha utilizado no campeonato, mas a sair do banco - para o jogo com o Chaves, a contar para a Taça da Liga. E se este regresso ao onze o deixou feliz, a vitória (3-1) constituiu a cereja em cima do bolo. "Foi um jogo especial, claro. Há muito tempo que esperava por este dia. De início, confesso, não me senti bem, mas passados cinco minutos entrei no ritmo certo e acho que correspondi. Como ganhámos, foi ainda melhor", diz o jogador, recordando a tal última partida a titular, frente ao Varzim (2-0), que antecedeu a série negra de lesões e posteriores complicações.

Os comentários de Vítor Oliveira, que manifestou "enorme regozijo" pela atuação do brasileiro, deixaram Dener orgulhoso. "Fico ainda mais feliz por saber isso. Passei grandes sacrifícios, mas agora estou pronto para dar tudo por tudo. Tive momentos de tristeza e desânimo, inclusive face às dores, mas nunca pensei em desistir", garante, prometendo "bons jogos" daqui em diante. "As pessoas conhecem o meu futebol", vinca o médio de 25 anos, a cumprir a quarta época em Portimão.

O próximo jogo é na Luz, sexta-feira, no regresso da I Liga. O lugar no onze é para manter frente ao Benfica? "Todos querem ser titulares e eu não fujo à regra. Mas isso é o míster que decide", atira, antevendo um desafio "diferente e naturalmente difícil", no qual, sustenta, "a ideia é somar pontos".

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