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Três jogadores saldam dívida do Nacional ao Benfica

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/05/2017 Alcides Freire

É um acerto de contas do Nacional pela venda de Djaniny: Agra, Hamzaoui e Willyan devem assinar pelo Benfica.

Transferido para o Santos Laguna em junho de 2014, Djaniny gerou então uma receita na ordem dos dois milhões de euros ao Nacional, que era o detentor dos direitos desportivos do avançado, e provocou um diferendo com o Benfica, que havia rachado o passe em partes iguais com o emblema insular aquando da mudança do cabo-verdiano para a Madeira em 2013, mas nada recebeu pela concretização da venda dos direitos económicos aos mexicanos. O plano de resolução da dívida, próxima de um milhão de euros, está agora em fase de tratamento - e com finalização iminente -, apurou O JOGO, podendo o clube da Luz ser ressarcido em géneros e garantir a incorporação nos seus quadros do extremo Salvador Agra (25 anos), do médio-ofensivo Willyan (23) e do avançado Hamzaoui (26).

Salvador Agra em ação contra o Sporting. © Pedro Rocha/Global Imagens Salvador Agra em ação contra o Sporting.

citacaoOs encarnados preparam-se para incorporar o extremo português, o avançado argelino e o médio-ofensivo brasileiro, mas com o objetivo de os recolocar já no próximo defeso, partilhando passes

Segundo foi possível saber, os três atletas a receber do Nacional - que, em virtude da despromoção à II Liga, estará forçado a cortes significativos na massa salarial e profunda reformulação no plantel na próxima temporada - deverão ser recolocados pelo Benfica em equipas do principal campeonato português - ou até mesmo em ligas estrangeiras -, preferencialmente num regime de divisão de direitos económicos, visando valorização e eventual posterior transação para outros mercados ou emblemas. Foi isso que os encarnados fizeram com Rebocho (Moreirense), Bruno Varela ou Fábio Cardoso (V. Setúbal) no verão passado, ou, no defeso de 2015, com Bruno Gaspar (V. Guimarães) - muito pretendido além-fronteiras -, só para citar alguns exemplos mais mediáticos.

Esta linha de atuação do Benfica no mercado tem sido igualmente válida nas aquisições: aconteceu com Ederson (Rio Ave) e com Jiménez (Atlético de Madrid), entre outros, embora no caso do mexicano as águias tenham entretanto assegurado a compra da totalidade do passe, mediante um investimento global de 22 milhões de euros, montante que faz daquele jogador o mais caro da história do clube.

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