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Três suspeitos de tentativa de atentado em Paris vão ser formalmente acusados

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/10/2017 Administrator

Três pessoas vão ser formalmente acusadas e outras três foram libertadas no inquérito aberto após a descoberta de botijas de gás e de um detonador num bairro de classe média-alta de Paris, anunciou hoje o procurador parisiense.

Amine A., o seu primo Sami B. e Aymen B. vão ser acusados de "tentativa de assassínio em grupo organizado ligado a uma organização terrorista" e o ministério público pediu que fossem colocados em prisão preventiva, indicou François Molins.

Ao todo, seis pessoas foram detidas na segunda-feira à noite -- cinco homens e uma mulher de 24 anos -- dois dos quais estavam sinalizados por radicalização.

"O ADN de Aymen B., indivíduo sinalizado desde 29 de julho de 2016 devido a um proselitismo pró-Daesh (grupo extremista Estado Islâmico), foi rapidamente identificado" no local, precisou o procurador.

"Amine A., também sinalizado devido à sua pertença a um grupo islâmico radical, é também conhecido por ter sido detido a 26 de março de 2013, no âmbito do caso Forsane Alizza", nome de um pequeno grupo islâmico radical dissolvido em 2012, prosseguiu.

Os investigadores ainda não determinaram a razão por que os suspeitos escolheram o imóvel parisiense onde foram encontradas as botijas de gás.

"Um prédio de habitação situado na rua Chanez, no XVI bairro de Paris, foi alvo de uma tentativa de atentado cujas consequências humanas e materiais poderiam ter sido dramáticas, sem que saibamos, até agora, as razões pelas quais este imóvel foi tomado como alvo", declarou Molins.

Na noite de sexta-feira para sábado, um residente no edifício encontrou o dispositivo composto por quatro botijas de gás no rés-do-chão, onde tinha sido derramada uma grande quantidade de gasolina.

Os investigadores descobriram igualmente quatro baldes e um garrafão "contendo ao todo 33 litros de gasolina", sacos de lixo e "um dispositivo de detonação formado por um telemóvel contendo um cartão Lycamobile, com um amplificador ao qual estavam ligados cabos elétricos que seriam acionados por uma chamada", segundo o procurador de Paris.

"Neste momento, as primeiras conclusões do serviço de desminagem indicam que o dispositivo deveria incendiar a gasolina que foi espalhada no chão e, depois, fazer explodir as quatro botijas de gás -- a potência da explosão teria causado grandes danos", acrescentou.

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