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Trabalhadores da EMEF manifestam-se na Presidência do Conselho de Ministros

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/08/2017 Administrator

Cerca de duas dezenas de trabalhadores e sindicalistas da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF) protestaram hoje junto da Presidência do Conselho de Ministros (PCM), Lisboa, contra a dispensa de funcionários com vínculos precários.

Os elementos das estruturas representativas dos funcionários, empunhando bandeiras e envergando camisolas com reclamações, voltaram a entregar um documento ao Governo que apela à reintegração de 10 trabalhadores, com ligações médias de dois anos à empresa, e que terminaram os seus contratos temporários das oficinas de Santa Apolónia em julho.

O coordenador nacional da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) José Manuel Oliveira, referiu que, apesar do "pleno período de férias que se vive", "a situação invulgar, injusta e ilegal" está "pendente de autorização do Ministério das Finanças" e prometeu voltar ao local "ainda no mês de agosto se não houver resposta". O final do mês é o "limite para a situação ser resolvida", acrescentou, admitindo "outras formas de luta", eventualmente a greve.

"Há um conjunto de 10 trabalhadores que foram contratados ao longo de muito tempo para ocupar postos de trabalho permanentes na EMEF, na oficina de Santa Apolónia, e que, recentemente foram despedidos, apesar de a administração da CP ter feito um pedido de autorização para a sua readmissão", lamentou.

O dirigente sindical defendeu que, "na sequência da sua saída, o material imobilizado tem aumentado com custos significativos na qualidade do serviço que é feito pela CP" e, "mesmo de um ponto de vista economicista, é mais barato para a CP e para o Estado os trabalhadores estarem a laborar do que a atual situação porque, por um lado, há material imobilizado e a não realização dos comboios desejados, por outro há recurso a trabalho extraordinário, muito mais caro".

O texto do Sindicato Nacional do Setor Ferroviário (pertencente à Fectrans/CGTP-IN), que já tinha sido entregue em protesto semelhante na secretaria-geral da PCM em 20 de julho, refere que cerca de 50 outros trabalhadores da EMEF têm os seus processos de admissão em curso, através do Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos Precários da Administração Pública (PREVPAP), não se justificando a disparidade de critérios para com os referidos 10 funcionários em causa.

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