Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Trabalhadores da empresa falida em 2014 SEC reclamam direitos no Porto

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/08/2017 Administrator

Trabalhadores despedidos da Sociedade de Empreitadas e Construções, falida em 2014, protestam hoje junto ao Palácio da Justiça, no Porto, reclamando salários em atraso e a "distribuição dos 500 mil euros" resultantes da venda do património da empresa.

Em declarações à Lusa, Álvaro Barbosa, um dos "cerca de 30 trabalhadores" despedidos em 2013 e membro da Comissão de Credores, explicou que os funcionários reclamam "dois salários em atraso e dois subsídios", bem com a "distribuição de cerca de 500 mil euros resultantes do apuramento do património" da empresa de Ermesinde, Valongo, cuja falência foi decidida em tribunal em 2014.

"Queremos os nossos direitos como trabalhadores despedidos ilegalmente. Queremos que a situação se resolva", observou, justificando a decisão de avançar com "a ação pública de denúncia e protesto dos trabalhadores da SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções", agendada para as 09:00 de hoje.

Em comunicado, o porta-voz dos trabalhadores indica que "a maioria dos trabalhadores já terminou ou está em vias de terminar o subsídio de desemprego", sendo que, para além deste, "apenas recebeu o valor resultante da ativação do fundo de garantia salarial".

Álvaro Barbosa refere ainda que, "há cerca de dois anos, foi feita uma queixa no Ministério Público relacionada com desvio de património e destruição de documentos", estando "o processo a ser investigado pela Polícia Judiciária".

O responsável assinala também um "atribulado apuramento de património" da empresa, após o qual foi feito o leilão que levou ao apuramento de "450 mil euros", a que "se foram juntando pequenas verbas de resgate de garantias e outras".

"O valor total é de cerca de 500 mil euros e encontra-se depositado à ordem da administradora", refere.

O comunicado acrescenta que "têm vindo a ser reportados à administradora de insolvência, por vários trabalhadores, indícios de desvio de património", nomeadamente "viaturas diversas e outros equipamentos que não foram incluídos no referido leilão".

De acordo com os trabalhadores, "que se saiba", a administradora de insolvência "nada tem feito para apuramento dos factos".

"O mesmo no que toca a informações documentadas sobre destruição de documentos de contabilidade, que aliás ainda não está concluída", acrescenta Álvaro Barbosa.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon