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Trump atribui a John McCain fracasso republicano para revogar Obamacare

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/09/2017 Administrator

O Presidente dos EUA responsabilizou John McCain pela incapacidade em revogar o Obamacare, após a oposição do senador pelo Arizona à nova proposta dos republicanos para acabar com a lei de acesso aos cuidados de saúde de Barack Obama.

Donald Trump participou em Huntsville (Alabama) numa ação de campanha do senador Luther Strange, que na próxima terça-feira vai a votos contra o ex-juiz Roy Moore nas primárias republicanas naquele estado.

O Presidente norte-americano disse que durante a anterior tentativa republicana de revogar o Obamacare em julho, os seus assessores deram-lhe uma lista com os nomes de dez senadores republicanos, os quais teria de pressionar para conseguir levar avante a sua iniciativa.

"John McCain não estava na lista, pelo que isso foi algo inesperado. Francamente terrível", disse Trump perante milhares de apoiantes.

O senador John McCain informou na sexta-feira que não vai votar a favor da proposta republicana que visa revogar a lei de acesso aos cuidados de saúde assinada pelo anterior presidente, Barack Obama, a designada ObamaCare.

Divulgada através de comunicado, a decisão deste senador republicano representa um golpe fatal na intenção do seu partido, que deve ser apresentada no Senado na próxima semana.

O republicano, eleito pelo Estado do Arizona, afirmou que não pode apoiar a proposta do seu partido, porque "juntos, republicanos e democratas, conseguem fazer melhor".

Apesar da oposição do veterano senador pelo Arizona, Trump garantiu que "em última instância" os republicanos vão conseguir revogar o Obamacare.

Os republicanos apresentaram esta semana a sua enésima tentativa para aprovar um projeto de lei que desmantele a atual lei de saúde impulsionada pelo ex-presidente Barack Obama.

McCain anunciou na sexta-feira a sua oposição a essa proposta de lei, redigida pelos Bill Cassidy e Lindsey Graham.

As propostas anteriores apresentadas pelos conservadores pressupõem deixar entre 22 e 32 milhões de pessoas sem seguro médico nos próximos dez anos, segundo a agência do Congresso para o Orçamento (CBO, na sigla em inglês).

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