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Trump diz que Coreia do Norte deve ser "totalmente destruída" se mantiver ameaças

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/09/2017 Administrator

O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu hoje que a única solução será "destruir totalmente" a Coreia do Norte caso o regime de Piongyang continuar a ameaçar os Estados Unidos e aliados.

"É altura de a Coreia do Norte perceber que a sua desnuclearização é o único futuro aceitável", advertiu Trump, na sua primeira intervenção perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começou hoje na sede da organização, em Nova Iorque.

O chefe de Estado norte-americano insistiu que os testes nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte "ameaçam o mundo inteiro", pedindo unidade para isolar o regime liderado por Kim Jong-un, sobre quem Trump disse ter embarcado numa "missão-suicida".

"Se [os Estados Unidos] forem forçados a defender-se e aos seus aliados, não teremos qualquer escolha senão destruir a Coreia do Norte", afirmou.

Trump agradeceu à China e à Rússia por terem aprovado as novas sanções à Coreia do Norte no Conselho de Segurança da ONU, depois de um novo ensaio nuclear, a 03 de setembro, mas avisou que há que fazer "muito mais" para responder às ameaças de Pyongyang.

Num discurso em que abordou vários temas da política internacional, o Presidente norte-americano sustentou que o acordo nuclear alcançado pelo seu país e outras potências com o Irão em 2015 é "uma vergonha".

Trump admitiu retirar os EUA do acordo se suspeitar que o objetivo é "encobrir uma eventual construção de um programa nuclear" iraniano.

Sobre a Venezuela, o Presidente norte-americano afirmou que aquele país está "à beira do colapso total" e garantiu que os EUA estão preparados para adotar "novas medidas" se o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, "insistir no seu caminho para impor um governo autoritário".

"O povo venezuelano está esfomeado e o seu país está a colapsar", sustentou Trump, responsabilizando a "ditadura socialista de Maduro" de causar "uma dor terrível e sofrimento ao povo".

O chefe de Estado norte-americano defendeu a necessidade de "ter um objetivo" para com os venezuelanos: "recuperar a liberdade, voltar a colocar o país nos carris e recuperar a democracia".

Por outro lado, Trump classificou o regime cubano de "corrupto" e desestabilizador e reiterou que os Estados Unidos não levantarão o embargo sobre Cuba "até que [o Governo de Havana] faça as reformas necessárias".

Na intervenção, Trump destacou ainda as conquistas dos seus primeiros meses na Casa Branca: "As coisas estão a correr bem desde o dia das eleições".

"Vivemos um tempo de extraordinária oportunidade", declarou, na abertura do seu discurso, em que mencionou, entre outras coisas, os recordes nas Bolsas de Valores e o desemprego ao nível mais baixo dos últimos 16 anos.

O líder norte-americano aproveitou para reiterar o seu princípio de "Estados Unidos primeiro" e exortou todos os líderes do mundo a seguir o seu exemplo e a pensar nos seus próprios interesses, mas sem abandonar a cooperação em determinadas áreas.

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