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Turquia quer aumentar volume de negócios com Angola para mais de 870 MEuro anuais

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

A Turquia pretende incrementar a balança comercial com Angola, situada, em 2016, em cerca de 134 milhões de dólares (117,5 milhões de euros) para mil milhões de dólares (877,2 milhões de euros), manifestou hoje o Governo turco.

A posição foi expressa pelo ministro das Alfândegas e Comércio da Turquia, Bulent Tufencki, que assinou hoje, em Luanda, com o ministro da Justiça e Direitos Humanos de Angola, Rui Mangueira, pré-acordos para cooperação nas áreas da defesa, comércio, promoção e proteção de investimentos, pescas, ciência e tecnologia, serviço aéreo, educação, juventude e desportos, petróleo e gás, urbanismo e construção, água, ambiente, agricultura, cultura e turismo.

Segundo o governante turco, o primeiro ministro daquele país a visitar Angola, a base da relação com o país africano é de mútuo ganhos, salientando que brevemente será assinado o acordo de proteção e promoção recíproca de investimentos, bem como para evitar a dupla tributação e evasão fiscal.

Um acordo que estabelece o quadro jurídico-legal para parcerias entre empresários turcos e angolanos deverá ser brevemente rubricado, foi igualmente divulgado.

"Também vamos aumentar a nossa balança comercial para mil milhões de dólares e mais breve possível porque os números não mostram a nossa potência real, que é muito maior", disse o ministro, em declarações à imprensa.

Bulent Tufencki acrescentou que a Turquia tem interesse em investir nos setores elétrico, hidroelétrico, energia solar, agricultura, indústria têxtil e construção em Angola.

"Podemos investir aqui e ver os nossos empresários fazendo sociedade com os empresários angolanos produzindo aqui e vendendo para terceiros países. Temos muita potência e estamos abertos para qualquer negócio que pode beneficiar tanto o Governo e o povo angolano e empresários turcos e Governo turco", disse.

Por sua vez, Rui Mangueira considerou fundamental o estabelecimento de um quadro jurídico para a cooperação entre os dois países, que poderá facilitar as relações no domínio científico, técnico, económico e cultural.

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