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Tusk vai apresentar em outubro "agenda 2017/18" após ouvir líderes da UE

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/09/2017 Administrator

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, anunciou hoje, em Talin, que vai apresentar em outubro uma "agenda política" para 2017/18, baseada no debate de quinta-feira à noite com os líderes europeus, entre os quais o primeiro-ministro António Costa.

"Ontem (quinta-feira) à noite tivemos um debate bom e construtivo. Vou usar este debate para construir aquilo a que poderia chamar a agenda dos líderes 2017/18, naturalmente consultando todos os Estados-membros, e vou apresentar esta agenda politica dentro de duas semanas", disse, à entrada para uma "cimeira digital" que se realiza hoje na capital da Estónia.

Tusk apontou que, ao longo deste processo, vai respeitar "três princípios fundamentais": a necessidade de encontrar soluções reais para problemas reais; a necessidade de fazer progressos passo a passo, tema por tema; e, "acima de tudo, a necessidade de manter a unidade de todos os 27 Estados-membros, também no contexto de novas ideias".

"E houve muitas (ideias). Mas embora alguns possam pensar que isto é uma espécie de festival da Eurovisão, e se calhar até é, estou pessoalmente convicto de que, juntos, vamos cantar em uníssono", rematou.

Tusk presidiu na quinta-feira à noite a um jantar informal dos chefes de Estado e de Governo da UE, para mais uma troca de impressões sobre o futuro da União Europeia (a 27, no contexto da saída do Reino Unido, o «Brexit») e aquelas que devem ser as prioridades da agenda do Conselho Europeu.

À entrada para o jantar, António Costa -- que hoje de manhã já regressou a Portugal, para o último dia de campanha para as eleições autárquicas de domingo -, apontou que, na sua intervenção, iria reafirmar que a grande prioridade deve ser a consolidação e aprofundamento da União Económica e Monetária (UEM).

O primeiro-ministro sustentou que, "para isso, é absolutamente essencial dar prioridade à convergência, económica e social, entre as diferentes economias" e notou que o processo tem avançado: "Hoje estamos mais perto do que estivemos no passado", disse.

No final do jantar de trabalho, os líderes escusaram-se a prestar declarações, tendo ficado decidido que apenas Tusk o faria, para a UE a 27 falar já em "uníssono".

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