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UE prolonga por mais um ano operação de combate ao tráfico de pessoas no Mediterrâneo

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/07/2017 Administrator

A União Europeia (UE) prorrogou hoje o mandato da operação naval para desmantelar as redes de tráfico de pessoas no Mediterrâneo central (EUNAVFOR MED Sophia) até 31 de dezembro de 2018, anunciou o Conselho da UE.

Portugal está entre os 25 Estados-membros contribuintes da operação Sophia, na qual participaram a Marinha e a Força Aérea, que está incumbida de duas missões de apoio: dar formação à guarda costeira e marinha líbias e contribuir para a aplicação do embargo das Nações Unidas ao armamento, no alto mar, ao largo da costa da Líbia.

O Conselho da UE alterou também o mandato da operação de modo a incluir o aumento das possibilidades de partilha de informações sobre o tráfico de pessoas com as agências Frontex e Europol.

O novo mandato da operação inclui ainda a criação de um mecanismo de acompanhamento dos formandos, a fim de se assegurar a eficácia a longo prazo da formação da guarda costeira líbia, bem como a realização de novas atividades de vigilância e de recolha de informações sobre o tráfico das exportações de petróleo da Líbia.

A chefe da diplomacia da UE, Federica Mogherini, salientou, no comunicado, que desde 22 de junho de 2015, quando a operação foi lançada "foram detidos muitos passadores suspeitos, salvaram-se muitas vidas no Mediterrâneo".

A operação EUNAVFOR MED SOPHIA foi montada no âmbito da abordagem global da UE para ajudar a gerir melhor a migração irregular e desmantelar as redes de traficantes e passadores.

A operação entrou na sua fase ativa em outubro de 2015, permitindo a identificação, captura e destruição de embarcações utilizadas ou sob suspeita de serem utilizadas por passadores ou traficantes de migrantes.

Desde então, a operação contribuiu para a detenção e a transferência para a alçada das autoridades italianas de 110 pessoas suspeitas de serem passadores e traficantes e neutralizou 470 embarcações. Além disso, ajudou a salvar a vida de cerca de 40 mil pessoas.

Em 20 de junho de 2016, o Conselho acrescentou ao mandato da operação duas missões de apoio. Desde então, a operação deu formação a 136 elementos da guarda costeira e da marinha da Líbia.

Além disso, interpelou mais de 650 navios e levou a cabo 51 abordagens amigáveis, sete controlos de pavilhão e três inspeções, no quadro do seu contributo para a aplicação do embargo das Nações Unidas ao armamento, no alto mar, ao largo da costa da Líbia.

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