Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

UEFA terá em conta direitos humanos na escolha do país organizador do Euro'2024

Logótipo de O Jogo O Jogo 01/05/2017 Ana Proença

A UEFA terá em conta um critério em relação à proteção dos direitos humanos na sua escolha entre Alemanha e Turquia para a organização do Euro'2024, anunciou esta segunda-feira o organismo máximo do futebol europeu.

A Alemanha e a Turquia, os únicos candidatos à organização do Euro'2024, já receberam por parte da UEFA a lista de critérios que serão tidos em conta na escolha do país organizador da competição.

"Pela primeira vez, estes critérios contêm uma referência específica ao respeito pelos direitos humanos", sublinhou a UEFA em comunicado.

Estes critérios assentam nos princípios estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e abarcam, também, exigências em matéria de luta contra a corrupção.

Aleksander Ceferin, presidente da UEFA © EPA/MARKKU OJALA Aleksander Ceferin, presidente da UEFA

"A proteção dos direitos do homem e do direito ao trabalho é muito importante para a UEFA. Todos os países candidatos devem aderir estritamente a estes critérios na preparação e organização de todos os torneios e finais", comentou Aleksander Ceferin, presidente do organismo.

Após o Euro'2016, organizado pela França e conquistado por Portugal, seguir-se-á o Euro'2020 que se disputará em 13 cidades europeias, com as meias-finais e a final marcadas para o Estádio de Wembley, em Londres.

Se a Turquia fosse escolhida pela UEFA para sede do Euro'2024, seria o maior evento desportivo alguma vez organizado pelo país, que já concorreu por três vezes para acolher a prova.

O Governo do presidente islâmico-conservador Recep Tayyip Erdogan, respaldado por um recente referendo para reforço dos seus poderes que lhe foi favorável, procedeu nos últimos meses à detenção de centenas de opositores ao regime e ao despedimento de milhares de funcionários públicos.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon