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Vacinação em zonas remotas de Angola vai chegar de carro e motorizada

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

A Aliança Mundial para Vacinação (GAVI) doou hoje a Angola 13 viaturas e 30 motorizadas para o reforço do programa de vacinação em zonas de difícil acesso e de fraca cobertura no país.

Na cerimónia de entrega, em Luanda, o diretor nacional de Saúde Pública de Angola, Miguel Oliveira, explicou que os meios vão ser destinados às províncias onde foram identificadas situações mais preocupantes.

"É justamente lá para onde vamos direcionar as 13 viaturas que nós recebemos e 30 motorizadas, para permitir que as equipas avançadas, as equipas móveis, possam fazer o seu trabalho de vacinação, particularmente, nas províncias do Cuando Cubango, Huíla, Cunene e outras províncias com dificuldades de acesso, onde a moto é uma peça fundamental para permitir que as equipas possam chegar lá", disse.

A GAVI foi criada em 2000 e integra Governos de países em desenvolvimento e de países doadores, a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Banco Mundial, a indústria de vacinas em países industrializados e países em desenvolvimento, a sociedade civil, a fundação Bill & Melinda Gates e outros organismos privados.

De acordo com Miguel Oliveira, as motorizadas agora doadas vão igualmente servir para a busca ativa de casos suspeitos de doença e para a vigilância epidemiológica naquelas regiões mais isoladas do país.

Além destas 13 viaturas, foram igualmente doadas outras duas, que se destinam às ações de controlo das doenças tropicais negligenciadas, para as províncias da Huíla e da Lunda Norte.

Com estes meios, as províncias vão estar em melhores condições para desenvolver as ações em curso em todo o território, nomeadamente o mapeamento das doenças negligenciadas e para o trabalho que visa certificar Angola livre da dracunculose, enfatizou o responsável pela Saúde Pública.

"É uma doença que afetou muitos países africanos e agora estamos a trabalhar para a certificação da sua erradicação", disse.

Miguel Oliveira apelou ao bom uso dos meios, salientando que cabe "àqueles que vão usar os meios, usá-los de forma adequada, mais correta possível, garantir a manutenção regular".

"São viaturas devidamente identificadas e fazer o uso de acordo com o fim para o qual aqueles que financiaram o fizeram", exortou.

O diretor nacional de Saúde Pública realçou o papel da GAVI, que tem sido "uma peça muito importante" para Angola, lembrando o apoio na altura em que o país enfrentou "a situação dramática da epidemia da febre-amarela".

"E continua presente no sentido de garantir a transição suave, agora que o país passou para um país de rendimento médio, onde nós devemos continuar a contar com o apoio da GAVI, agora com outras modalidades", rematou.

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