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Veloso assume-se como o plano A da W52-FC Porto para a Volta a Portugal

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/02/2017 Hugo M. Monteiro

Gustavo Veloso já venceu duas edições da Volta a Portugal

O ciclista espanhol Gustavo Veloso disse que será o plano A da W52-FC Porto na Volta a Portugal, mas realçou que o importante é que o triunfo fique na equipa.

"No início, vou ser eu o plano A. Mas a estrada é que vai decidir", 'disparou' o duas vezes vencedor da Volta a Portugal (2014 e 2015), numa conversa feita a ritmo de contrarrelógio.

Depois de ter perdido a última edição para o colega Rui Vinhas, Gustavo Veloso garante que os dois - aos quais se uniu, este ano, Amaro Antunes, o quinto classificado na Volta ao Algarve - gerem bem a repartição do estatuto de líder.

"Se não ganhar um, ganha outro. O importante é que a vitória fique na equipa. Todos os anos vamos para a Volta com duas opções: um plano A e um plano B. Já levo alguns anos como plano A, mas se ganha o plano B também não está mal", assegurou.

De regresso à Volta ao Alentejo, depois da queda aparatosa que sofreu em 2016 - saiu em frente numa curva e ficou 'preso' debaixo de um carro -, o galego de 37 anos não conseguiu afastar do pensamento o azar do ano passado.

"Pensei na queda, sobretudo no dia antes da primeira etapa e durante a primeira etapa. Agora já passei naquele lugar e já me esqueci um bocado. É verdade que é algo que está sempre presente, quando há situações de risco, chegadas perigosas. Vem-me sempre à mente o 'trambolhão' que dei", assumiu o 'dragão', que publicou, antes da primeira etapa desta edição, as radiografias nas quais se podiam ver as mazelas sofridas.

© Fornecido por O jogo

Embora o passado tenha ficado lá atrás, Veloso reconheceu que a queda na 'Alentejana' condicionou a sua época.

"Não afetou para a Volta a Portugal, mas afetou no sentido em que ia ter oportunidades de ter uma boa condição desde o início da época até maio. A queda no Alentejo, que no ano passado foi em março, fez com que estivesse seis semanas de baixa. Não estive essas seis semanas sem treinar, mas com duas costelas partidas não podes treinar muito bem, porque cada vez que respiras está a doer. Tudo isso condicionou essa primeira parte da época, mas não condicionou o objetivo principal, que foi a Volta a Portugal", sublinhou.

Sempre com aquela que é a sua grande meta a cada temporada em mente, o experiente ciclista da W52-FC Porto alterou ligeiramente o seu planeamento desportivo para corresponder às exigências de uma primeira parte do ano mais preenchida, estreando-se em competição na Volta a Valência, no início de fevereiro, praticamente um mês antes do que aconteceu em 2016.

"Adiantei um pouco o plano de treinos para poder aguentar o ritmo nestas corridas, porque há muitas corridas no início do ano", justificou.

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