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Vendas a retalho crescem 1,2% no Brasil em junho

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/08/2017 Administrator

O volume de vendas do retalho brasileiro cresceu 1,2% na passagem de maio para junho e 3% na comparação com o mesmo período de 2016, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o terceiro resultado positivo consecutivo do retalho na comparação mês a mês, facto que mostra uma leve recuperação do setor no Brasil, onde o consumo caiu bastante graças a uma intensa crise económica que já dura quase três anos.

No índice acumulado para os seis primeiros meses de 2017, o retalho registou variação negativa de 0,1% para o volume de vendas, ficando próximo da estabilidade face a igual semestre de 2016.

O IBGE destacou que a taxa dos últimos doze meses indica um recuo de 3%, prosseguindo com redução no ritmo de queda, iniciada em outubro de 2016 (-6,8%).

Já a receita nominal de vendas do retalho, em junho de 2017, registou para essas mesmas comparações, respetivamente, um aumento de 0,8% face a maio, um crescimento de 2,4% frente a junho de 2016, 1,9% no acumulado do ano e 3,2% no acumulado nos últimos doze meses.

As vendas de seis dos oito principais segmentos usados para calcular o desempenho das vendas do retalho brasileiro cresceram em junho, na comparação mensal.

Os destaques são o comércio de tecidos, vestuário e calçados cujo crescimento foi de 5,4%, móveis e eletrodomésticos, que teve uma alta de 2,2% e outros artigos de uso pessoal e doméstico, que avançou 2,7%.

Considerando o retalho ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção, o órgão de pesquisa brasileiro destacou que em junho de 2017 houve uma expansão de 2,5% para o volume de vendas e 2,2% para a receita nominal, ambas comparadas a maio.

Em relação a junho de 2016, o avanço no volume de vendas do retalho ampliado foi de 4,4% para o volume e 3,5% para receita de vendas.

Nos seis primeiros meses do ano o volume de vendas teve variação positiva de 0,3%, enquanto o indicador para os últimos doze meses caiu 4,1%.

O IBGE frisou, porém, que mesmo negativo o índice de desempenho dos últimos doze meses mostra redução no ritmo da queda.

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