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Venezuela: Apenas 13 dos 59 partidos políticos vão participar nas regionais de dezembro

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/08/2017 Administrator

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela autorizou 13 dos 59 partidos políticos venezuelanos a registar candidatos para as eleições regionais, previstas a 10 de dezembro e que deviam ter sido realizadas em finais de 2016.

As formações não foram autorizadas a candidatar-se por não terem completado o processo de renovação ou revalidação dos partidos políticos, realizado pelo CNE em fevereiro passado, indicou

Durante esse processo, amplamente questionado pelas organizações políticas, os partidos deviam demonstrar que contavam com reconhecimento público suficiente para manterem a atividade política.

Das inscrições, que decorreram entre terça e quarta-feira, foram excluídas alguns dos partidos mais antigos do país, como o Partido Social Cristão (COPEI), e alguns com menos de duas décadas de existência, como o Redes e o Nova Ordem Social, liderados por lusodescendentes.

A CNE autorizou a participação do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, no poder), da Mesa de Unidade Democrática (aliança da oposição), da Ação Democrática, da Avançada Progressista, dos Independentes pelo Progresso, do Primeiro Justiça, da Nova Visão para o Meu País, do Partido Comunista da Venezuela, do Partido União e Entendimento, do Tupamaro, da Unidade Político Popular 89, de Um Novo Tempo Contigo e da Vontade Popular.

Na quarta-feira, o líder do Redes, um dos partidos de esquerda que apoiam a revolução bolivariana, Juan Barreto, questionou a exclusão decidida pelo CNE e afirmou que a participação do partido foi validada.

Juan Barreto disse à União rádio que o partido ia pedir uma revisão do processo, e denunciou a validação de "organizações que não recolheram todas as assinaturas e os partidos da direita, porque a sua participação é conveniente" nas regionais.

Entretanto, o vice-presidente do PSUV anunciou, na televisão estatal, que os candidatos deviam obter uma documento de boa conduta, emitido pela nova Assembleia Constituinte, encarregada de redigir uma nova Constituição para o país.

Diosdado Cabello, também membro da Assembleia Constituinte, advertiu que não serão admitidos às regionais candidatos que apelaram para a realização de protestos e que tenham falado sobre a Venezuela no estrangeiro.

Cabello é considerado o "número dois" do 'chavismo' [referência a Hugo Chávez, presidente da Venezuela de 1999 até à morte em 2013].

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