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Venezuela declara "persona non grata" ex-Presidentes convidados pela oposição

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/07/2017 Administrator

O Governo venezuelano declarou hoje "persona non grata" quatro ex-Presidentes que participaram no domingo como observadores do plebiscito organizado pela oposição, informou a diplomacia de Caracas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Samuel Moncada, informou na rede social 'Twitter' que o Executivo impunha esse estatuto aos ex-chefes de Estado Jorge Quiroga (Bolívia), Andrés Pastrana (Colômbia), Laura Chinchilla e Miguel Rodríguez (Costa Rica), que estiveram presentes na iniciativa da oposição para rejeitar a alteração da Constituição impulsionada pelo Presidente Nicolás Maduro.

O chefe da diplomacia do país sul-americano explicou que os quatro ex-Presidentes "não entrarão mais na Venezuela" por considerar que "abusaram da generosidade" do povo venezuelano.

O ex-Presidente mexicano Vicente Fox, que também viajou como observador da consulta da oposição, foi declarado no domingo "persona non grata".

Moncada disse na ocasião que o político mexicano "foi pago para ir à Venezuela promover a violência e a intervenção de potências estrangeiras", e "quis provocar as autoridades para montar um circo mediático que servisse os interesses dos vilões que o contrataram".

Os ex-presidentes pediram na segunda-feira ao Presidente Nicolas Maduro que "considere a vontade maioritária" e suspenda a convocatória sobre a eleição de uma Assembleia nacional constituinte, prevista para 30 de julho.

"O nosso apelo é dirigido ao Presidente Nicolás Maduro para que considera a vontade maioritária do povo venezuelano que foi exprimida de forma inequívoca na rejeição da Constituinte ilegitimamente convocada pelo seu Governo e que proceda à sua suspensão", referiram os ex-líderes em comunicado lido pelo colombiano Andrés Pastrana.

Segundo a oposição, mais de 7,5 milhões de venezuelanos rejeitaram no plebiscito de domingo a Constituinte impulsionada por Maduro.

No entanto, o 'chavismo' considerou o processo fraudulento, acusou a oposição de "multiplicar por três" o resultado da consulta e reiterou que a votação de 30 de julho se mantém.

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