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Venezuela: Governo de Maduro acusa oposição de apoiar uma "guerra" contra o país

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/08/2017 Administrator

O Governo venezuelano acusou hoje a oposição venezuelana de apoiar uma "guerra" contra o país ao respaldar as sanções financeiras impostas na última sexta-feira pelos EUA.

"A chamada Mesa de Unidade Democrática (MUD) emitiu um comunicado que não tem precedentes (?) parece impossível de acreditar que um setor que faz vida política na República, se mostre abertamente servil aos interesses forâneos e peça uma intervenção militar para o nosso país", explica um comunicado divulgado em Caracas.

Segundo o Governo venezuelano a oposição continua incitando ao magnicídio e com um discurso carregado de ódio e violência.

"Pedem que outros países façam o mesmo que os EUA fizeram a 25 de agosto (?) não há outra maneira de compreender esse texto, mais que categorizá-lo como o mais fascista de todos (?) de facto, não é um comunicado, é um pedido de guerra contra a Venezuela, é o pedido à não-integração, ao não-direito internacional, à não-soberania, ao não diálogo, à não-democracia e à não vida", explica.

Para o Governo do Presidente Nicolás Maduro as sanções dos EUA são contra 30 milhões e é o momento dos venezuelanos se unirem "contra as ameaças do império".

Domingo a MUD divulgou um comunicado fixando posições sobre a decisão da Casa Branca que impôs, sexta-feira, novas sanções financeiras à Venezuela, entre as quais a proibição de comprar novas obrigações emitidas pelo Estado venezuelano ou pela companhia petrolífera nacional.

Segundo a MUD "as sanções a violadores dos direitos humanos e saqueadores dos recursos públicos contarão sempre" com o apoio da oposição, "em ausência de uma justiça imparcial na Venezuela".

"Também respeitaremos e solicitaremos todo o apoio diplomático mundial que contribua ao restabelecimento constitucional e democrático na Venezuela".

Por outro lado solicita "a toda a comunidade internacional que advirta a todos os cidadãos e empresas dos seus países que devem abster-se de efetuar operações financeiras ou contratos de interesse nacional com o Governo venezuelano, que sejam violadoras da Constituição, por não terem sido aprovadas pelo único órgão constitucional legítimo para autorizá-las, como é a Assembleia Nacional".

"A crise da Venezuela é responsabilidade exclusiva do Governo de Nicolás Maduro (?) que acabou com a base industrial do país, a qualidade de vida . O patriotismo não é retórico. A defesa da pátria é a defesa da soberania popular, da qualidade de vida e do vigor pleno da Constituição", explica.

Segundo a oposição tudo isso tem sido "violado pelo Governo mais antipatriota da história e responsável exclusivo pelo isolamento internacional".

FPG

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