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Venezuela: Mais de 60 detidos e pelo menos oito mortos em protestos

Logótipo de O Jogo O Jogo 31/07/2017 Administrator

Os protestos ocorridos no domingo na Venezuela por causa das eleições para a Assembleia Constituinte causaram oito mortos e 64 detidos, segundo a organização não governamental Foro Penal Venezuelano e o Ministério Público.

Na rede social Twitter, aquela organização não governamental escreveu que as detenções ocorreram em vários locais do país, incluindo Caracas, precisando que trinta das detenções ocorreram no estado de Zulia e outroas cincoem Mérida e Monagas.

O Ministério Público dá conta que oito pessoas morreram em consequência dos protestos anti-governo, mas a coligação opositora Mesa da Unidade Democrática diz são 14 as vítimas mortais.

A oposição venezuelana suspendeu hoje os protestos em Caracas, na sequência do que diz ter sido uma "brutal" repressão das forças de segurança e também da forte presença policial nos pontos onde se manifestaria, o que não evitou confrontos em vários locais.

O Ministério Público (MP) anunciou no domingo estar a investigar as mortes de dois adolescentes de 17 e 13 anos, ocorridas durante manifestações de hoje, no Estado venezuelano de Táchira (sudoeste do país).

Também morreu um oficial da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), Ronald Ramírez Rosales, ocorrida no mesmo Estado.

Por outro lado, segundo o MP, estão ainda a ser investigadas as mortes de Pedro León Torres, ocorrido em Barquisimeto (centro do país), Ángelo Méndez (28) e Eduardo Olave (39), em Mérida, a sudoeste de Caracas.

Mais cedo, o MP informou estar a investigar a morte do político opositor Ricardo Campos (30), ocorrida em Cumaná (leste).

A convocatória para a eleição dos 545 membros da Assembleia Nacional Constituinte foi feita a 01 de maio pelo Presidente, Nicolás Maduro, com o principal objetivo de alterar a Constituição em vigor, nomeadamente os aspetos relacionados com as garantias de defesa e segurança da nação, entre outros pontos.

A oposição venezuelana, que decidiu não participar nas eleições, acusa Nicolás Maduro de pretender usar a reforma para instaurar no país um regime cubano e perseguir, deter e calar as vozes dissidentes.

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