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Venezuela: Plebiscito sinaliza que o povo quer restaurar Estado democrático - Brasil

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/07/2017 Administrator

A adesão popular ao plebiscito organizado pela oposição no domingo na Venezuela é um sinal de que os venezuelanos querem restaurar o Estado democrático de direito, considerou hoje o Governo brasileiro em comunicado.

"O elevado nível de participação no plebiscito organizado ontem, dia 16, pela Assembleia Nacional foi mostra inequívoca da vontade do povo venezuelano de pronta restauração do estado democrático de direito no país", lê-se na nota do Ministério das Relações Exteriores.

O Brasil também destacou que "condena o incidente provocado por forças paramilitares na zona oeste de Caracas, com morte e feridos", referindo-se aos incidentes que aconteceram na Venezuela durante o plebiscito.

Em sinal de desaprovação as medidas tomadas pelo Governo do Presidente Nicolás Maduro, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro destacou que "exorta as autoridades venezuelanas a cancelarem a convocação de uma assembleia nacional constituinte, cujas regras violam o direito ao sufrágio universal e o próprio princípio da soberania popular".

"Reitera a urgência de que sejam assegurados o quanto antes a restauração das competências da Assembleia Nacional, o usufruto pleno das liberdades públicas e a libertação de todos os presos políticos", adianta o comunicado.

O Governo brasileiro também destacou que "espera que a vontade popular expressa na consulta inspire a busca de uma negociação efetiva a favor da paz e da democracia na Venezuela".

No domingo, um grande número de venezuelanos participou num plebiscito simbólico contra o projeto de Assembleia Constituinte defendido pelo regime do Presidente Nicolás Maduro.

A Consulta simbólica contra o projeto foi organizada por políticos de oposição ao regime, a quem acusam de pretender acabar com a democracia e submeter o país a um regime comunista ao estilo cubano.

Os protestos contra o regime de Nicolás Maduro intensificaram-se desde 01 de abril tendo sido registado nos atos a morte de pelo menos 94 pessoas.

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