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Venezuela: Rússia pede contenção na pressão da comunidade internacional

Logótipo de O Jogo O Jogo 31/07/2017 Administrator

A Rússia pediu hoje à comunidade internacional "contenção" e a renúncia a planos "destrutivos" para pressionar a Venezuela depois das eleições para a Assembleia Constituinte venezuelana, realizada no domingo.

"Esperamos que os membros da comunidade internacional, que querem rejeitar os resultados das eleições venezuelanas e aumentar a pressão económica sobre Caracas, mostrem moderação e renunciem aos planos destrutivos que podem agravar a polarização da sociedade" venezuelana, advertiu num comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.

A nota também sublinhou que "agora é importante evitar uma nova espiral de violência e a sua transformação em novas formas de confrontos".

"É preciso criar as condições propícias, também externas, para que a Assembleia Constituinte possa lançar as bases de uma solução pacífica para as contradições que existem na sociedade venezuelana", assinalou o documento.

Moscovo também lamentou que a oposição da Venezuela "tenha ignorado o apelo para participar nas eleições" e "tenha tentado impedir a sua celebração, causando confrontos que provocaram mortes".

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela anunciou hoje que 8.089.320 pessoas votaram, no domingo, nas eleições para a Assembleia Constituinte, que foi rejeitada pela oposição.

Pelo menos dez pessoas morreram, na sequência de confrontos, durante a jornada eleitoral de domingo, indicou o Ministério Público venezuelano.

A convocatória para a eleição foi feita a 01 de maio pelo Presidente, Nicolás Maduro, com o principal objetivo de alterar a Constituição em vigor, nomeadamente os aspetos relacionados com as garantias de defesa e segurança da nação, entre outros pontos.

A oposição venezuelana acusa Nicolás Maduro de pretender usar a reforma para instaurar no país um regime cubano e perseguir, deter e calar as vozes dissidentes.

Mais de cem pessoas foram mortas nos protestos antigovernamentais que têm agitado a Venezuela desde o passado dia 01 de abril.

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