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Verão de poupanças no FC Porto. Como Sérgio Conceição arrumou a casa

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/09/2017 Rui Trombinhas

Dragão alterou o paradigma do ataque ao mercado: gastou um milhão em apenas um reforço e apostou no regresso de seis jogadores

O último dia de transferências não trouxe grandes novidades no Dragão, mas confirmou a alteração do paradigma de ataque ao mercado: nunca a SAD portista investiu tão pouco (um milhão de euros) e em tão poucos jogadores (Vaná, do Feirense). Mais: a aposta principal passou por fazer regressar jogadores que estavam emprestados e que têm sido mais-valias neste arranque de campeonato - casos de Ricardo, Aboubakar e Marega - e também na "arrumação" da casa. Saíram 43 jogadores com contrato profissional - entre elementos dos plantéis A e B e ex-juniores -, que representaram um encaixe de 72,3 milhões de euros em vendas e mais alguns - largos - ainda por conhecer em salários que a SAD deixou de pagar. Dezoito atletas terminaram contrato ou rescindiram, outros tantos foram cedidos praticamente sem encargos para o clube e sete foram vendidos. Só Alberto Bueno ainda não foi colocado, mas ainda há mercados abertos.

Com a UEFA à perna por causa do fair play financeiro, o FC Porto foi obrigado a repensar a estratégia para esta época. Sérgio Conceição admitiu publicamente estar à espera de reforços, mas terá mesmo de tentar recuperar o título apenas com um reforço, Vaná - que é a terceira escolha para a baliza -, e seis jogadores que voltaram ao Dragão: Aboubakar, Ricardo, Hernâni, Reyes, Sérgio Oliveira e Marega.

O FC Porto comprometeu-se com a UEFA a alcançar o cumprimento do equilíbrio financeiro até ao período de monitorização de 2020/21 e a reportar um défice máximo de equilíbrio financeiro de 30 milhões de euros no final do ano financeiro de 2017. Essa foi a principal razão para, praticamente, não ter havido investimento neste defeso. A opção de compra por Óliver - 20 milhões de euros foi antecipada para fevereiro e depois só entrou, de surpresa, Vaná. Um reforço para uma posição que até tem jogadores a mais com a inscrição no último dia de mercado de Fabiano. São cinco os guarda-redes à disposição de Sérgio Conceição.

citacaoSete vendas renderam 72,3 milhões de euros, mas a casa foi arrumada com a saída a título definitivo de 18 jogadores e há outros tantos cedidos que permitem à SAD poupar em ordenadoscentro

© Fornecido por O jogo

Wendel, do Fluminense, chegou a estar encaminhado para o Dragão, mas o negócio não avançou e o saldo apurado entre vendas e a única compra efetuada é superior a 70 milhões de euros, um valor que aproxima a SAD portista dos valores que se comprometeu a atingir.

As saídas, a título definitivo ou cedidos, de jogadores como Adrián López, José Ángel, Andrés Fernández, Boly, Josué e Bolat, entre outros, permitem ainda uma enorme poupança na folha salarial, uma vez que eram jogadores com ordenados elevados, muitos deles contratados no reinado de Julen Lopetegui e que há muito não tinham espaço no plantel azul e branco. Ao todo, o FC Porto libertou 18 jogadores que ainda tinham contrato e emprestou mais 18.

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