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"Vi o primeiro amarelo por protestos e pensei logo no meu pai"

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/03/2017 Alcides Freire

Em entrevista ao Porto Canal, Iván Marcano falou sobre a responsabilidade que a braçadeira de capitão do FC Porto acarreta e recuou à infância enquanto falava do seu registo disciplinar ao serviço dos dragões.

Capitão de equipa: "É um orgulho enorme, num clube tão importante. É algo grande, mas não há distinções no grupo. Somos todos muito unidos, todos temos grau de importância grande, está-se a notar. Quando as coisas correm bem, fala-se do grupo, é bom, mas há que revitalizar".

Primeiro amarelo por protesto, em casa com o Chaves: "É algo bastante familiar. O meu pai, desde que eu era muito pequeno, era muito chato em algumas coisas. Sempre fui humilde, ele sempre me dizia que tinha de respeitar os árbitros, que eles estão a fazer o seu trabalho, sempre a pôr-me essas coisas na cabeça, desde pequeno. De facto, foi o primeiro amarelo que vi por protestar. Pensei logo no meu pai, que ele me estava a ver e a pensar: 'não, isto não pode ser.' São coisas que passam".

Arbitragens: "Foi difícil de digerir, porque foi tudo seguido. Se fosse uma partida, depois passam quatro normais... Mas não, foi tudo seguido. Além disso, as coisas não estavam a correr muito bem, notava-se muito os erros. Eram erros graves que nos penalizavam muito, a equipa estava a perder o foco. Mas há gente no clube para falar destas coisas, nós [jogadores] temos de manter o foco no futebol. Mas é certo que estávamos focados no facto de nos estarem a penalizar e o mister teve que falar um pouco connosco sobre isso".

© Fábio Poço/Global Imagens

Comparações com Ricardo Carvalho e poucos cartões: "Não quero comparações. A verdade é que não nos estão a criar muitas ocasiões no jogo corrido e é certo que nos podem causar mais danos nas bolas paradas, com livres perto da área, por isso é importante que as faltam sejam feitas mais à frente no terreno. Temos que tentar fazer poucas faltas cá atrás".

Cinco golos marcados: "Esta temporada, de todos os que marquei, creio que o do Rio Ave foi o mais importante. O Benfica estava em vantagem, ajudou-nos com dinâmica positiva".

Golo de Rui Pedro ao Braga: "Foi um golo-chave. Não só pelo que representou em termos de pontos. Na nossa cabeça, como aquela situação dos árbitros, também já estava a ideia de não conseguirmos marcar golos. Pensávamos demasiado nisso e esse golo libertou-nos. Foi uma festa que até foi excessiva, se se pode dizer assim, mas ajudou-nos a crescer".

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