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Viana do Castelo decreta luto municipal pela morte de Manuel Freitas

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/10/2017 Administrator

O presidente da Câmara de Viana do Castelo decretou hoje um dia de luto municipal pela morte de Manuel Freitas, antigo presidente da Assembleia Municipal e vereador da autarquia da capital do Alto Minho.

Em nota enviada à agência Lusa, o presidente da Câmara, José Maria Costa explicou que o dia de luto municipal irá cumprir-se na segunda-feira.

O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja da Ordem Terceira, em Viana do Castelo. O funeral realiza-se, na segunda-feira, pelas 15:00. Após a missa, o corpo segue para o Cemitério de Paranhos, no Porto.

Manuel Freitas foi o primeiro presidente da Assembleia Municipal de Viana do Castelo, após as eleições de 1976 e desempenhou ainda as funções de vereador do executivo da capital do Alto Minho, na década de 80.

Histórico militante do PSD de Viana do Castelo, Manuel Freitas foi um dos fundadores do partido na cidade e no distrito. Foi o primeiro Presidente da Comissão Política de Secção e da Comissão Política Distrital do PSD.

Atualmente era presidente honorário da academia de Manuel Freitas, estrutura de formação política criada em março de 2014 pelo PSD de Viana do Castelo.

Manuel Freitas morreu, hoje, aos 77 anos, era natural de Aveiro.

Proprietário da ourivesaria e do museu do ouro Viana do Castelo, estabelecimentos que em setembro de 2007 foram alvo do mais violento assalto à mão armada de que há memória na cidade, doou, em 2011, um espólio composto por mais de 500 peças, em ouro, ao Museu do Traje de Viana do Castelo.

O espólio, que reuniu nos últimos 50 anos e que retratam vários séculos de utilização do metal precioso, foi entregue numa cerimónia nos Paços do Concelho, depois de ter sido constituída uma Fundação com o nome do filho Eduardo Freitas, entretanto recentemente falecido e impulsionador desta doação.

Na Fundação, para além do ourives e da mulher, está também representada a Câmara Municipal e a Associação Empresarial, como forma de assegurar a preservação do espólio que integra peças atualmente expostas no museu do ouro que o próprio criou no centro histórico da cidade.

As peças estão guardadas na caixa-forte do museu do traje, instalado na antiga delegação do Banco de Portugal. Entre a coleção, cujo valor o empresário nunca revela por razões de segurança, contam-se sobretudo centenas de peças de ouro popular, mas também outras mais trabalhadas, entre as quais um pesado colar de gramalheira ou as custódias, por exemplo.

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