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Volta a Portugal: LA Alumínios torce para que Edgar Pinto vença o azar

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/08/2017 Hugo Monteiro

Diretor desportivo da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack espera que a 79.ª Volta a Portugal em bicicleta seja aquela em que Edgar Pinto diga definitivamente adeus aos azares.

O diretor desportivo da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack espera que a 79.ª Volta a Portugal em bicicleta seja aquela em que Edgar Pinto diga definitivamente adeus aos azares e possa discutir a vitória final. "Naturalmente, [o objetivo] é discutir a vitória na Volta a Portugal e sempre que possível, uma etapa", disse José Augusto Silva à agência Lusa, na antessala do arranque da 79.ª edição, na sexta-feira, em Lisboa.

Com meros meses de existência, a equipa de Albergaria-a-Velha parte para a sua primeira Volta a Portugal com um objetivo duplo, que irá sendo aprimorado ao longo dos 1.626,9 quilómetros entre Lisboa a Viseu. "Para irmos à procura de vitórias em etapa, temos de estar nas fugas e estar na luta do princípio até ao final. E quanto à geral, passa-se a mesma coisa. Conforme as etapas, vamos delinear a estratégia. Mas ela passará sempre por ter alguém nas fugas e estar com o Edgar defendido para poder discutir a Volta", explicou o diretor desportivo da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack.

Depois de dois anos de ausência, nos quais esteve emigrado nos Emirados Árabes Unidos, em representação da Skydive Dubai, Edgar Pinto, um dos clássicos pretendentes à amarela, está de regresso à sua prova preferida e logo a representar a equipa da sua terra e quer deixar de lado os azares que condicionaram as suas prestações anteriores.

"Ele merece, mas até agora não tem tido sorte. Tem tido fraturas, tem estado lesionado e nesta altura ainda não está a 100%. Vamos ver se as coisas correm de feição e a ver se será este ano que os azares o deixam de perseguir", salientou o 'treinador' do quarto classificado da Volta de 2013 e quinto da edição de 2014.

Apesar de ter estado a recuperar das mazelas de uma queda no Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela, o ciclista de 31 anos está confiante. "Temos um bom grupo. Os ciclistas entendem-se bem e penso que as coisas vão funcionar bem", completou José Augusto Silva.

© Tony Dias/Global Imagens

O diretor desportivo da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack anteviu que os principais rivais de Pinto na luta pela amarela serão os homens da W52-FC Porto, sobretudo Gustavo Veloso, vencedor da prova em 2014 e 2015 e segundo classificado no ano passado.

"Mas há mais lá: é o caso do [Raúl] Alarcón, do Amaro Antunes e, quem sabe, do Ricardo Mestre, que tem estado bem e é um homem que já ganhou a Volta [em 2011]. Depois, a RP-Boavista tem o [João] Benta, que também tem uma palavra a dizer. O Louletano- Hospital de Loulé tem o [Vicente] De Mateos. A Efapel com o Sérgio Paulinho vai estar na disputa. Penso que todas as equipas têm um ciclista para estar na discussão. A diferença é o FC Porto, que não tem um, tem muitos. Vamos ver como eles se entendem entre eles", destacou.

O líder da formação albergariense desvalorizou a ausência de uma chegada à Torre, considerando que a nona etapa, por passar no ponto mais alto de Portugal continental, vai ser igualmente dura e que haverá outras, como as chegadas à Senhora da Graça e à Senhora da Assunção, que farão diferenças.

"No ano passado, foi uma chegada a Macedo de Cavaleiros que decidiu a Volta. Este ano, é a mesma coisa. Há etapas muito duras e quem cria a dureza das etapas são os ciclistas. Em qualquer uma, isso poderá acontecer. Acho que vai haver muita luta por essas etapas, vão chegar meia dúzia de corredores, para a decisão final se fazer no contrarrelógio", prognosticou.

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