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Wall Street encerrou com recordes do Dow Jones (4.º consecutivo) e S&P500

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/09/2017 Administrator

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje com recordes do Dow Jones, o quarto consecutivo, e do S&P 500, que superou pela primeira vez a barra dos 2.500 pontos, relegando para segundo plano indicadores dececionantes e tensões geopolíticas.

Os resultados definitivos indicam que o restrito Dow Jones Industrial Average progrediu 0,29%, para os 22.268,34 pontos e o alargado S&P 500 apreciou-se 0,18%, para as 2.500,23 unidades.

Já o tecnológico Nasdaq avançou 0,30%, para os 6.448,47 pontos.

No conjunto da semana, o Dow Jones teve o seu melhor desempenho semanal do ano, com uma valorização de 2,16%. Pela mesma medida, o Nasdaq subiu 1,39% e o S&P 500 ganhou 1,58%.

Os investidores ignoraram hoje uma série de estatísticas pouco espetaculares sobre a economia dos EUA, em particular o recuo inesperado das vendas do comércio retalhista em agosto.

"Isso deixou-me perplexo", comentou Chris Low, da FTN Financial. "Posso compreender que se minimizem os números de agosto, afetados pelo furacão Harvey, mas também foram revistos claramente em baixa os números de junho e julho".

Este operador acrescentou que "os investidores estimam talvez que isso reduz as possibilidades de uma subida das taxas de juro" este ano, adiantou.

O comité de política monetária da Reserva Federal reúne-se nas próximas terça e quarta-feira. Os atores financeiros não estão a antecipar uma mudança imediata, mas vão estar atentos a qualquer sinal sobre uma eventual subida das taxas em dezembro.

Os outros indicadores do dia não foram muito entusiasmantes, entre a descida da confiança das famílias e a queda da produção industrial em agosto.

Os investidores também não valorizaram o novo disparo de um míssil por parte da Coreia do Norte ou o atentado no metropolitano de Londres.

"Escolheram não reagir em excesso porque, de um lado, já está provado que não serve de nada reagir em excesso aos testes de mísseis norte-coreanos e porque, por outro, o ataque em Londres não deve ter consequências importantes sobre a economia ou os resultados das empresas", justificou Patrick O'Hare, da Briefing.

Para Karl Haeling, da LBBW, "o simples facto de o mercado não ter descido depois da sessão particularmente forte de segunda-feira é positivo" para os índices.

Neste contexto de "consolidação", estimou Quincy Krosby, da Prudential, "há uma rotação sólida de um setor para o outro, o que permite ao mercado permanecer fluído".

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