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Wall Street fecha com recorde do Dow Jones graças discurso Yellen no Congresso

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com os investidores de tal modo tranquilizados pelo discurso da presidente da Reserva Federal (Fed), Janet Yellen, que levaram o índice Dow Jones a fechar com um novo máximo histórico.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o Dow Jones Industrial Average valorizou 0,57% (123,07 pontos), para umas inéditas 21.532,14 unidades, e o Nasdaq 1,10% (67,87), para as 6.261,17.

O índice alargado S&P 500 avançou 0,73% (17,72), para os 2.443,25 pontos.

Para explicar a boa disposição dos investidores na bolsa de Nova Iorque, Bill Lynch, da Hinsdale Associates, destacou o facto de Yellen "ter colocado o acento no termo gradual", seja quando se referiu à subida das taxas de juro ou á redução da carteira de ativos do banco central norte-americano.

Durante a sua audição semestral no Congresso, iniciada hoje perante uma comissão da Câmara dos Representantes, que prossegue na quinta-feira no Senado, Yellen acrescentou que a prazo o nível das taxas de juro diretoras da Fed, que estão entre 1,0% e 1,25%, "não deve ser muito mais elevado".

Os responsáveis pela política monetária dos EUA "vão provavelmente começar em setembro a reduzir" a imensa carteira de ativos acumulados pela Fed durante a crise financeira, e "as taxas vão continuar a subir progressivamente, sem todavia atingirem um nível considerado como normal", previu Peter Cardillo, da First Standard Financial. A Fed "continua prudente", acrescentou.

Esta prudência, aliás, fez subir nitidamente o mercado obrigacionista.

Para Lynch, o melhor desempenho do Nasdaq explica-se por os valores tecnológicos que o integram, frequentemente qualificados como valores de crescimento, beneficiam mais que outros setores em conjuntura de taxas de juro baixas.

À semelhança do Nasdaq, o subíndice do S&P 500 que junta as ações de empresas tecnológicas liderou a valorização bolsista, com um avanço de 1,31%. Ao contrário, o subíndice com valores representativos das finanças esteve no fim da lista dos ganhos, com uma progressão de apenas 0,11%.

A apoiar as cotações bolsistas, esteve também a valorização do barril de petróleo no mercado nova-iorquino (NYMEX), graças ao anúncio de uma forte quebra das reservas norte-americanas de barris com este hidrocarboneto.

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