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Wall Street fecha em baixa investidores receosos com políticas bancos centrais

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa nítida, com os investidores preocupados com as políticas monetárias dos dois lados do Oceano Atlântico.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o Dow Jones Industrial Average perdeu 0,74%, para os 21.320,04 pontos, e o Nasdaq 1,00%, para os 6.089,46. Já o índice alargado S&P 500 recuou 0,94%, para as 2.409,75 unidades.

"Esta foi a continuação de uma tendência iniciada há pouco mais de uma semana", avançou Karl Haeling, da LBBW.

A principal razão avançada é "a inquietação com a possibilidade de o Banco Central Europeu (BCE) poder começar a reduzir o seu programa de apoio à economia e que outros bancos centrais, como os da Inglaterra, do Canadá e dos EUA, possam decidir endurecer a sua política monetária de forma mais ou menos sincronizada", especificou.

A ata da última reunião sobre política monetária do BCE, divulgada na quinta-feira, "confirmou que o tema esteve realmente sobre a mesa", acrescentou Haeling.

Ora, os mercados acionistas têm beneficiado em muito, nos últimos anos, dos apoios dos bancos centrais, designadamente através de baixas taxas de juro.

Na véspera do relatório mensal sobre o emprego nos EUA, um indicador considerado relevante para apreciar a saúde da primeira economia mundial, as estatísticas divulgadas sobre o mercado de trabalho não revelaram elementos decisivos.

As criações de emprego no setor privado nos EUA progrediram em junho, segundo o instituto de investigação ADP, mas a um ritmo mais lento do que o previsto pelos analistas.

Por sua vez, as inscrições semanais no desemprego nos EUA subiram mais do que previsto.

Em todo o caso, destacou Bill Lynch, da Hinsdale Associates, "o mercado de trabalho continua tenso, o que vai acabar por aumentar os salários e, portanto, o inflação", um elemento que é acompanhado de perto pela Reserva Federal (Fed).

"Alguns preveem que as taxas de juro possam subir rapidamente", como testemunha a forte progressão do rendimento dos títulos do Tesouro norte-americanos a 10 anos, acrescentou.

Outros indicadores positivos, e como tal favoráveis a uma mudança de política da Fed foram o recuo ligeiro do défice comercial dos EUA, em, maio, graças a exportações mais fortes e a subida da atividade nos serviços acima do esperado, em junho, segundo o índice ISM.

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