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Wall Street fecha sem rumo mas com recordes do S&P500 e Nasdaq

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/07/2017 Administrator

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje com uma nota de contraste, mas com recordes, depois da divulgação de resultados de empresas sem rumo definido e do fracasso da reforma da emblemática legislação de saúde do ex-Presidente Obama.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o Dow Jones Industrial Average fechou a perder 0,25% (54,99 pontos), para as 21.574,73 unidades, afetado pelo desempenho do banco Goldman Sachs.

Ao contrário, os outros dois índices de referência fecharam em níveis inéditos, com o tecnológico Nasdaq a ganhar 0,47% (29,87), para os 6.344,31 pontos, e o alargado S&P 500, depois de ter passado quase toda a sessão em terreno negativo, a conseguir progredir 0,06% (1,47), o bastante para chegar onde nunca tinha estado, nos 2.460,61 pontos.

"Enquanto as empresas continuarem a mostrar resultados com um crescimento sólido dos lucros e da faturação, bem como previsões positivas, os investidores podem continuar a avançar lentamente", comentou Quincy Krosby, da Prudential Financial.

A Netflix, que anunciou ter superado pela primeira vez a barra dos 100 milhões de assinaturas, apresentou a maior valorização individual no S&P 500, com 13,54%.

Os resultados do Bank of America, mas sobretudo do Goldman Sachs, que teve o pior desempenho do Dow Jones, pelo contrário, arrefeceram os entusiasmos.

Mesmo que os seus lucros tenham superado as expectativas, os dois estabelecimentos financeiros confirmaram as dificuldades das suas atividades de corretagem, devidas às interrogações dos mercados financeiros quanto à concretização das promessas eleitorais do Governo de Donald Trump.

A incapacidade dos republicanos em encontrar um compromisso sobre a forma de alterar a ObamaCare, a legislação do democrata Obama, também pesou sobre o mercado.

"O impasse no qual está esta reforma sobre a saúde é uma deceção e um sério revés para o conjunto das reformas prometidas pelo presidente", destacou Alan Skrainka de Cornerstone Wealth Management.

"Os investidores gostariam de ver concretizar-se a reforma da fiscalidade ou até a descida de impostos (prometidas pelo presidente) para alimentar a despesa das empresas e dos consumidores", acrescentou Krosby.

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