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Zainadine e a passagem pela China: "Há coisas que não cabem na minha pessoa"

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Hugo M. Monteiro

Na segunda metade da época transata, Zainadine alinhou no Marítimo por empréstimo do Tianjin Teda

© ALEXANDRE RIBEIRO

O internacional moçambicano Zainadine disse estar feliz por poder continuar no Marítimo, da I Liga portuguesa de futebol, desta feita a título definitivo.

Após o empréstimo na segunda metade da época passada, o jogador rescindiu contrato com os chineses do Tianjin Teda e ficou de vez nos "verde rubros".

"Quando fui de férias, era esse o meu objetivo. Recebi várias propostas, mas, naquele momento, só tinha um pensamento. Conversei com o meu empresário e decidi o que era melhor para mim, que era vir para o Marítimo", revelou, em conferência de imprensa.

Zainadine destacou-se no futebol português ao serviço de outro clube insular, o Nacional, antes de rumar à China, onde se conseguiu adaptar.

"Adaptei-me, só que há coisas que não cabem na minha pessoa. Estou feliz por continuar no Marítimo. Não tenho motivos de queixa e até hoje agradeço pela forma como fui recebido aqui", destacou.

Com uma pré-época "puxada" a decorrer, o que considera normal, o defesa promete o "mesmo Zainadine de sempre" aos adeptos maritimistas.

"Darei o meu máximo, irei honrar a camisola do Marítimo, como fiz na época passada. Esse é o meu objetivo. Como sempre foi o nosso lema, vamos trabalhar para ganhar jogo após jogo", vincou.

Zainadine é defesa central de raiz, mas já jogou também como lateral direito e médio defensivo, uma polivalência que admite continuar a usar para "benefício da equipa".

O mercado de transferências trouxe várias caras novas, embora também tivesse ditado a saída de jogadores importantes e Zainadine prefere não comparar o Marítimo da última temporada com o de 2017/18, até porque a equipa ainda precisa de jogar para ser conhecido o valor do grupo.

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