Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Afinal, Gal Gadot pode não ser a protagonista de ‘Mulher Maravilha 2’

Logótipo de Delas Delas 13/11/2017 delas
Gal Gadot: Fotografia de Peter Nicholls/Reuters © Fornecido por GLOBAL NOTÍCIAS, Publicações, S.A. Fotografia de Peter Nicholls/Reuters

A atriz israelita Gal Gadot terá recusado assinar contrato para protagonizar a sequela de Mulher Maravilha, com estreia marcada para dezembro de 2019, e não vai aceitar o papel caso Brett Ratner, o realizador acusado de assédio sexual, se mantenha na equipa.

“Ela é dura e faz prevalecer os seus princípios. Sabe que a melhor maneira de parar pessoas como Brett Ratner é a carteira. E também sabe que a Warner Bros. está a acompanhar esta questão, a ver como o caso se desenvolve”, revelou uma fonte da produtora de cinema ao site Page Six.

Artigos recentes:Alerta designers: estão abertas as inscrições para a feira de decoração Tendence

Casacos para andar na rua (e no escritório)

MTV EMAs 2017: Veja quem foram as mulheres premiadas

A RatPac-Dune, produtora do norte-americano, participou no primeiro filme e lucrou consideravelmente com o sucesso nas bilheteiras. O contrato entre a empresa e a Warner Bros. é válido até março de 2018, mas há sérias dúvidas de que seja renovado.

Não é a primeira vez que Gal Gadot se manifesta contra o assédio sexual

Não pode haver um filme sobre o empoderamento das mulheres a financiar, parcialmente, um homem acusado de assédio sexual contra mulheres”, explicou a mesma fonte.

“É importante que as pessoas falem”

A confirmar-se, esta não é a primeira vez que Gal Gadot se manifesta contra o assédio sexual. Desde que o início do escândalo em Hollywood que a atriz tem condenado fortemente os homens que têm estas atitudes.

“Estamos no meio de uma tendência muito importante, é importante que as pessoas falem. Só espero que isto não seja apenas uma tendência mas sim uma mudança profunda”, acrescentou Gal Gadot numa entrevista ao jornal israelita Hadashot.

Leia também:

As mulheres são as maiores vítimas de assédio sexual e moral no trabalho

AdChoices
AdChoices

Mais de Delas.pt

AdChoices
image beaconimage beaconimage beacon